Turismo responsável
Seduzidos pelo calor e a tradição, turistas e veranistas lotam, dobram e até triplicam as populações litorâneas. Levam consigo o consumo, pagam IPTU, lotam hotéis e casas, mas terminam concluindo que os gestores e o comércio locais não valorizam os “forasteiros”, como seguidamente somos tachados. Não há tabelas com o mínimo e o máximo de valores por serviços terceirizados. Há restaurantes que “escorregam” nas contas e cobram preços muito diferentes para estabelecimentos do mesmo padrão. Mão de obra disponível é outra dificuldade. Um eletricista foi trocar a resistência do chuveiro elétrico do meu banheiro e cobrou R$ 150,00. No comércio, o chuveiro custava R$ 85,00. Deveriam fazer cursos no inverno para conscientizar os nativos. O turismo é coisa séria e necessita de profissionalismo e responsabilidade para que sejam oferecidos segurança e conforto. É o mínimo para que a cada verão tenhamos mais satisfações e não decepções.
Ramiro Nunes de Almeida Filho
Porto Alegre, via e-mail
Programas sociais
É preciso que se lembre a todas as pessoas que os programas sociais inventados pelos diversos governos da vez são pagos pelas pessoas que não recebem nada desses programas sociais. O governo não paga nada. O governo não gera riqueza. O governo não paga tributos. Quem paga esses programas sociais somos todos nós, os manutentes dos gastos do governo, para sustentar o dito estado soberano de direito que, de direito, não é, mas sim um estado tirano legal. Sim, pois quem quer que não fique satisfeito nada pode fazer, pois está tudo lá, na lei que ele mesmo, governo da vez, cria para fazer o que quer. O estado de direito, por sua vez, é imperativo que eu espero ainda ver vigorante neste belo Brasil e também no mundo inteiro.
Nadir Silveira Dias
Porto Alegre, via e-mail