Uniforme escolar
Possíveis irregularidades no processo de aquisição de uniformes da rede pública estadual deverão ser debatidas em audiência pública em agosto pela Comissão de Educação da Assembleia Legislativa. O pedido, aprovado, foi do deputado Miguel Rossetto. O parlamentar quer esclarecimentos sobre os critérios licitatórios que causaram dificuldades na participação de empresas gaúchas, atrasos na entrega e erros de conteúdo histórico nas peças. Hoje, a rede pública estadual de ensino no RS tem mais de 2,3 mil escolas e atende a 700 mil alunos. Lembro que, em determinadas épocas, houve polêmica sobre o uso de uniformes. Acredito que o uso de roupas uniformizadas para o público estudantil é justificado por igualdade, segurança, disciplina e economia. Principalmente por igualdade, pois evita a competição por roupas da moda e identifica os alunos.
Manoela T. da Silva, Porto Alegre, via e-mail
Verduras acima de 100%
As justificativas para o aumento de preços não se sustentam, porque muitas cidades do RS, no entorno de Porto Alegre, produzem muitas verduras, hortaliças e frutas, inclusive em Santa Catarina. Isso é pura ganância de Ceasas e comerciantes inescrupulosos que se aproveitam de quaisquer situações para dobrarem preços, uma verdadeira gangorra inflacionária. Lamentavelmente, nossas autoridades, controladoras de preços, não se manifestam nem fiscalizam os abusos de preços, inclusive os prefeitos do Litoral, que deveriam ser mais ativos e induzir pequenos produtores agrícolas a plantarem nas periferias dos rios, lagos e arroios, utilizando muita mão de obra, que poderia constituir cooperativas, assim como os recicladores de lixo, plásticos, que se unem para explorar nichos de negócios como sobrevivência e empreendimento. Com certeza, isso reduziria muito a violência doméstica, assaltos e roubos de casas dos veranistas nas principais cidades do litoral gaúcho. Terras boas e férteis sobram nas beiras dos rios com irrigação barata e abundante.
Ramiro Nunes de Almeida Filho, Porto Alegre, via e-mail
Prosperidade gaúcha
Notícia alvissareira para o setor: segundo o Sindicato Interestadual da Indústria do Tabaco (Sinditabaco), a fumicultura pode exportar ou até superar 3 bilhões de dólares com exportações, desde que a sanção tarifária imposta por Donald Trump, que ameaça com 50% a partir de 1º de agosto, não comprometa a projeção (CP, 15/7). Esperamos que não cause problemas, pois, conforme o presidente do Sinditabaco, Valmor Thesing, só para os Estados Unidos, exportamos 250 milhões de dólares. Para ele e para todos nós, a expectativa é que ambas as partes cheguem a um acordo diplomático e que a indústria, o comércio, o agro possam continuar prosperando. Nos primeiros meses de 2025, o tabaco tem ocupado o primeiro lugar nas exportações gaúchas, o que comprova a importância socioeconômica dessa cultura.
Adalberto N. Gaspar, Porto Alegre, via e-mail
Não deu certo
Uns dizem que a raça humana é uma experiência de seres muito mais desenvolvidos. Outros que somos experimentos divinos. De qualquer forma, não deu certo, pois quando um jovem mata a facadas uma criança, outros matam para pegar um celular, filhos matam os pais por herança, torcidas matam adversários etc. Não ter dado certo fica evidente.
João Macedo, Itaqui, via e-mail