Vacinação prioritária
Devemos prestar atenção na campanha que tem o objetivo de imunizar 90% dos grupos prioritários. A vacina está disponível em todos os postos de Porto Alegre, o imunizante trivalente que protege contra os vírus da Influenza A H3N1 e H3N2 e Influenza B. Na segunda-feira passada, foram registradas filas no Centro de Saúde Modelo. Além dos idosos a partir dos 60 anos, podem se vacinar nesta primeira fase crianças de 6 meses a 6 anos incompletos, gestantes, puérperas e povos indígenas e quilombolas, por serem grupos mais suscetíveis a contaminações mais graves. De acordo com a prefeitura, são 736,9 mil pessoas aptas a se imunizar já na primeira semana da campanha. Vacinem-se.
Mariana S. do Nascimento, Porto Alegre, via e-mail
Corredor humanitário
O edital de concorrência eletrônica para contratar a empresa que irá realizar obras de requalificação do corredor humanitário já foi publicado no Diário Oficial de Porto Alegre. Precisamos estar atentos para os prazos da obra, que serão de sete meses, com valor estimado de R$ 1,4 milhão. O trecho tem 400 metros de extensão e liga a avenida Castelo Branco à elevada da Conceição, nas proximidades da Estação Rodoviária da Capital. Para o prefeito Sebastião Melo, o corredor humanitário foi uma resposta decisiva no momento mais crítico da história recente de Porto Alegre.
Bianca S. Napoli, Porto Alegre, via e-mail
Dilema das concessionárias
Tem razão o colunista Rogério Mendelski, em “O dilema da Equatorial e RGE” (CP, 8/4), quando, ao afirmar que “sempre que cai um temporal sobre o Rio Grande do Sul, daqueles que assustam de verdade”, a primeira incomodação é o corte da energia elétrica e a segunda os telefonemas para as concessionárias Equatorial e RGE responsabilizando-as pela falta de energia. Faço minhas as palavras do colunista quando diz que fica mais fácil culpar as concessionárias. Assim não é possível, pois, enquanto a rede elétrica for aérea, sempre ocorrerá o corte de energia nos temporais severos. Isso nunca vai mudar a não ser que os administradores tomem consciência e mudem o sistema.
Santiago Lancaster, Porto Alegre, via e-mail