Vandalismo
Cada vez mais faz-se necessário que a sociedade colabore com os governos municipal e estadual para combater os autores de crimes contra “o acervo e o numerário dos entes federados”, como avisa o editorial do Correio do Povo de 7 de janeiro, “O vandalismo como inimigo dos bens públicos na Capital”. A sociedade precisa colaborar para identificar esses delinquentes. Saliento que não sou contra o trabalho dos artistas focados na arte urbana e no grafite, que são arte pura e trazem mais beleza aos prédios pintados e à cidade. Refiro-me sim àqueles que, levados por conduta criminosa, picham, vandalizam e furtam bens da coletividade, como as estátuas de Drummond de Andrade e de Mário Quintana, na Praça da Alfândega, que foram parcialmente furtadas e vandalizadas, causando danos ao erário, os quais são pagos pelos cidadãos.
Rubens de Souza, Porto Alegre, via e-mail
Programas sociais
Tem toda a razão o leitor Nadir Silveira Dias na sua crítica aos programas ditos sociais (CP, 6/1), uma doação do governo federal com o chapéu alheio, que, sem prazo para terminar, sem controle e sem qualquer retorno, termina incentivando a preguiça e a parasitagem. Enfim, programas que não disfarçam a compra de votos entre os pobres. Nadir também tem razão em maldizer o “estado de direito”, reduzido a um instrumento de punição a quem ousar contestar a atual situação do país, na qual aposentados foram roubados por agentes incrustados em instituição do governo federal.
Sérgio Becker, Porto Alegre, via e-mail
Garantir conquistas
Para melhor entender os programas sociais do governo, abordados por Nadir Silveira Dias (CP, 6/1), lembro-me de frase atribuída a John F. Kennedy: “Se não formos capazes de resolver os problemas dos pobres, tampouco seremos capazes de garantir as conquistas dos ricos”.
Sebastião Cruz, Passo Fundo RS