Viaduto Otávio Rocha
Um dos marcos da arquitetura urbana de Porto Alegre, o viaduto Otávio Rocha está na fase final da revitalização, com 80% dela concluída. A obra, conforme matéria no Correio do Povo de ontem, dia 14/8, começou há quase três anos, em dezembro de 2022, com previsão de ser concluída para o final deste ano, depois de ter sido prometida para maio de 2024. O investimento inicial foi de R$ 13,4 milhões. Contudo, com aditivos ao longo dos trabalhos, chegou a R$ 19,7 milhões, ou seja, R$ 6 milhões mais cara. A obra valerá a pena se, em pouco tempo, não tiver infiltrações, que enfeiam uma obra tão bonita e grandiosa. Lembro os passeios nos sábados e nos domingos em família, quando subíamos a Duque de Caxias para divisarmos a Borges de Medeiros na direção norte, para o Mercado Público, ou para o sul, na direção de uma fábrica de bebidas que ficava às margens do Guaíba, na avenida Praia de Belas, onde hoje temos um shopping. Bons tempos aqueles.
Marina T. Gonçalves, Porto Alegre, via e-mail
As árvores de Porto Alegre
O Atlas Ambiental de Porto Alegre nos informa que a cidade possui cerca de 1 milhão de árvores em vias públicas e mais de 74 km² de áreas verdes em 748 praças, 411 áreas verdes complementares e oito parques, entre os quais o Farroupilha, o Moinhos de Vento, o Marinha e o Parque da Harmonia. A vegetação e as árvores ajudam a filtrar o ar, melhorando a qualidade nas áreas urbanas, além de amenizar a temperatura. O manejo adequado é essencial para garantir a segurança e a saúde das árvores e da população. E é justamente o manejo adequado que a prefeitura realizou na Praça da Alfândega, ao retirar oito árvores comprometidas devido à enchente de 2024. A promessa é plantar 12 mudas de árvores nativas na área. E, como disse o leitor Adalberto S. da Cruz (CP, 13/8), que tenha sido um recomeço para examinar e proteger toda a cobertura verde de Porto Alegre.
Bianca S. Napoli, Porto Alegre, via e-mail
Furto de cabos
Estou curiosa para saber algumas coisas sobre o furto de cabos. Primeiro, de onde são furtados, porque, na rede aérea, o que vejo é seu acréscimo contínuo e, quando encontro algum pessoal nos postes e pergunto se estão colocando ou removendo, a resposta é “colocando”. Segundo, aqueles pendurados sobre as calçadas não têm utilidade, porque, se tiverem, poderiam ser doados ou talvez furtados? Terceiro, segurança nas redes pelo uso de nanotecnologia de rastreamento dos cabos após o roubo resolve as quedas de luz e os problemas decorrentes?
Alba Pereira Maranzana, Porto Alegre, via e-mail