Neste momento em que vamos dizendo adeus a 2024 e vislumbrando um novo ano, 2025, o período é propício para reflexões a fim de que possamos adentrar o novo ciclo um pouco melhor do que fomos, com novas metas e objetivos, buscando melhorar como pessoas e como integrantes de uma coletividade que tem seu papel abrangente na tentativa de construir uma sociedade mais inclusiva e menos injusta para todos. O bem comum não pode ser apenas um conceito, mas uma atitude que inclua boas ações nas quais a solidariedade seja a matéria-prima de relações saudáveis e humanizadas. Como diz aquela premissa, fazer o melhor sem olhar para quem.
Nessa esteira, vale fazer vários projetos para executar no novo calendário. Alguns, em nível pessoal, como aquele curso, aquela viagem, aquela reforma em casa, ler mais livros e ver mais filmes, fazer as contas caberem no orçamento familiar, enfim, coisas sonhadas há tempos. Outros, numa esfera mais comum, como realizar um trabalho voluntário para ajudar famílias carentes, participar da associação de bairro, inscrever-se como doador de órgãos ou de sangue, incentivar a coleta seletiva de lixo, doar pertences em bom estado que não têm mais utilidade em sua casa, contribuir com campanhas meritórias em prol dos mais necessitados, informar-se melhor para evitar repassar notícias falsas que podem causar danos por conta da desinformação, participar de movimentos de defesa de animais indefesos, entre outras iniciativas que podem auxiliar para que tenhamos um cotidiano com menos violência e mais igualdade.
O fato de vivermos em urbes leva a que tenhamos direitos e deveres. Cada um deve fazer o que lhe cabe e invocar a proteção do poder público na medida de sua necessidade, bem como a prestação de serviços em áreas essenciais, como saúde, educação, saneamento, lazer e esporte. Somente assim teremos uma nação próspera e cidadã. O sonho continua em 2025 e sua viabilidade depende de todos nós.