Editorial

Este 2026 é muito importante no calendário do país por se tratar de um ano eleitoral em que a população irá às urnas para escolher governadores, deputados estaduais, deputados federais, presidente da República e para renovar dois terços do Senado Federal. Trata-se de um momento muito relevante para o fortalecimento da nossa democracia, no qual cada eleitor irá dar a palavra final sobre quem deverá assumir esses cargos tão importantes e decisivos para a condução dos destinos do país, seja à frente do Executivo, administrando a máquina pública, seja na vanguarda do Legislativo, elaborando as leis e fiscalizando as gestões dos governantes eleitos.

O Brasil, a exemplo dos regimes democráticos, adota o sistema representativo. Dessa forma, cada cidadão habilitado a votar pode escolher o candidato que mais se coadune com suas ideias e concepções, fazendo com que seus representantes, na sua ação legislativa ou administrativa, reflitam os interesses da maioria que o elegeu para implementar aquilo que ela considera como mais adequado para gerir as mais diversas áreas, como saúde, educação, mobilidade urbana, infraestrutura, segurança pública, saneamento e geração de emprego e renda, entre outras. Cabe ressaltar que essa escolha deve ser feita com a devida acuidade, para que depois o representado não possa dizer que está decepcionado com o seu escolhido, uma vez que sua opção foi feita de forma livre, sem qualquer espécie de coação. Essa é a hora de apontar para candidatos comprometidos com temas atuais, como fomento das energias limpas, proteção das liberdades civis e ambiente econômico, cuidados com a infância e com a terceira idade, defesa das mulheres, proteção da fauna e da flora, para ficar em alguns deles.

A fim de participar desse processo de extrema relevância, é preciso observar o calendário. Todos os eleitores devem estar em dia com a Justiça Eleitoral até 6 de maio. Vale fazer um chamamento aos maiores de 16 anos e menores de 18 anos, bem como aos maiores de 70 anos, para que compareçam às urnas, uma vez que o voto para esses segmentos é facultativo. A sociedade que queremos depende em muito do exercício de uma cidadania que é dever e direito ao mesmo tempo.