Com a proximidade da estação mais rigorosa do ano, o inverno, e com o frio apresentando seu cartão de visitas já neste final de maio, é preciso que a coletividade esteja em alerta para enfrentar as adversidades inerentes a este período, que, certamente, virão. As cautelas necessárias são muitas e as providências para mitigar eventuais danos à saúde devem ser tomadas com a celeridade necessária. As baixas temperaturas podem ser prejudiciais à integridade física e psicológica dos mais expostos às intempéries, inclusive com o risco de letalidade.
Dessa forma, é necessário que o poder público emita as orientações básicas para a prevenção de enfermidades, como se vacinar e procurar ter uma boa nutrição a fim de preservar o organismo de doenças oportunistas. Igualmente é importante propiciar uma rede de acolhimento para os dias mais gélidos, propiciando aos albergados pernoites e alimentação saudável. Cabe ainda à sociedade se organizar para participar dos trabalhos voluntários desta época, que incluem a doação de cestas básicas e a arrecadação de coberturas, roupas e assemelhados. Igualmente cada pessoa pode e deve fazer a sua parte para se proteger, como se manter aquecido e evitar exposições desnecessárias a situações de hipotermias; hidratar-se corretamente; fazer sua higiene pessoal de forma adequada, manter os ambientes devidamente ventilados, inclusive evitando sobrecarregar a rede elétrica com eletrodomésticos, o que pode gerar incêndios nas residências.
Na edição desta quarta-feira do Correio do Povo, o repórter Felipe Faleiro assinou uma matéria de esclarecimento aos leitores sobre os meios de prevenção a serem observados para minimizar ou evitar ocorrências indesejadas nos meses de invernia. Além da vacinação, outras iniciativas foram citadas, como as que buscam barrar infecções por contágio interpessoal, sendo de bom tom não expor crianças e idosos. Para se chegar incólume à primavera, toda precaução ainda é pouca.