Editorial

Mais um crime a ser evitado

Agora, está sendo divulgada uma nova forma de ludibriar aqueles que não estiverem muito atentos. Trata-se do golpe da CNH. A pessoa recebe uma mensagem dizendo que há uma pendência no seu documento.

Não obstante um número grande de recomendações das autoridades e até da imprensa, que costuma divulgar os casos ocorridos como forma de alerta, o fato é que os estelionatários estão a cada dia mais ativos e fazendo suas vítimas. Antigos ardis vão sendo reformulados e outros novos vão surgindo ininterruptamente, chamando a atenção da coletividade e demandando as forças policiais para que os meliantes paguem por estes delitos. Os tipos de golpe são os mais variados e, seguidamente, fica-se sabendo de uma nova espécie de esperteza para enganar terceiros.

Entre os delitos conhecidos, estão o do falso site de compras, que imitam fornecedores consagrados. Também existem situações de produtos vendidos pela Internet que jamais são entregues. Outro caso é aquele em que se enviam e-mails ou mensagens de textos para furtar dados pessoais das pessoas, bem como senhas. Lembremos a clonagem de aplicativos para pedir dinheiro a amigos e familiares. Outro que tem ganhado destaque é o do Pix agendado, que busca fazer com que o cliente do banco transfira seu dinheiro para contas de outrem. Podemos citar ainda anúncios de falsos empregos, investimentos em pirâmides, entre muitos outros.

Agora, está sendo divulgada uma nova forma de ludibriar aqueles que não estiverem muito atentos. Trata-se do golpe da CNH. A pessoa recebe uma mensagem dizendo que há uma pendência no seu documento. Então ele recebe um endereço para entrar e constam lá infrações que, segundo os delinquentes, podem bloquear sua carteira. Em seguida, aparece um boleto para ser pago a fim de, hipoteticamente, desbloqueá-la. Aí o cidadão paga e cai na armadilha.

Esse é mais um exemplo de o quanto é preciso estar bem-informado sobre essas práticas com alta lesividade para o patrimônio dos envolvidos. Ter cautela é uma postura de autopreservação, não se deixando conduzir pela lábia do estelionatário, que não tem nada a perder e tenta ganhar dinheiro fácil em cima da boa-fé dos outros.