Editorial

Os recados de setembro para os cuidados essenciais no cotidiano

Diversos alertas no mês em curso chamam a população para o cuidado com a saúde.

Os cuidados com a saúde são extremamente relevantes para que tenhamos uma sociedade mais estável, desfrutando de um bem-estar que é merecido por todos. Para tanto, é necessário que as pessoas se conscientizem da importância de prevenir enfermidades, tanto físicas quanto psicológicas, bem como de procurar ajuda tão logo sintam o impacto dos primeiros sintomas. Essa correlação entre uma atitude responsável de maneira individual e um acolhimento adequado para um tratamento efetivo constitui um liame que não pode ser rompido em uma hora tão decisiva. Dessa forma, tanto o paciente quanto o sistema coletivo de saúde precisam estar em sintonia para dar conta das demandas.

Neste mês que se inicia, temos diversas campanhas sendo levadas a cabo por entidades e por órgãos ligados ao segmento médico-hospitalar e assistencial. Elas são todas muito relevantes. É o caso do Setembro Amarelo, com foco na prevenção ao suicídio e na valorização da saúde mental, reforçando a importância da escuta ativa e do apoio emocional; do Setembro Verde, enfocando a conscientização sobre a doação de órgãos e tecidos, com destaque para o Dia Nacional de Doação de Órgãos em 27 de setembro; do Setembro Dourado, com alertas para pais e profissionais da saúde sobre a importância do diagnóstico precoce do câncer infantojuvenil; do Setembro Roxo/Lilás, voltado para informar a sociedade sobre os sintomas, o diagnóstico e o cuidado de pacientes com a doença de Alzheimer e outras demências, inclusive marcando o Mês Mundial do Alzheimer; do Setembro Vermelho, conscientizando acerca da prevenção de doenças cardiovasculares. Como se vê, além de trazer a primavera, setembro também traz recomendações e recados imprescindíveis que não podem ser negligenciados.

Graças aos cuidados com a população, o que também envolve os autocuidados, a qualidade e a expectativa de vida vêm há décadas em expansão. Isso inclui a vacinação, os avanços tecnológicos, o aperfeiçoamento dos recursos humanos e o aprimoramento da ciência. É assim que se cria um escopo atuante contra as enfermidades. Muito já se atingiu, muito ainda falta. Todavia, o que se tem como valor agregado precisa ser desfrutado por todos de forma universal. Quem quer ser feliz no dia a dia, diante de eventuais moléstias, não espera para procurar auxílio.