Viver em sociedade implica ter empatia com as pessoas do nosso entorno, impulsionando e praticando gestos de solidariedade no dia a dia, o que tem o condão de aprimorar nosso convívio em sociedade, fazendo com que nos tornemos seres humanos melhores, capazes de realizar coisas boas e disseminar valores positivos. Isso significa aderir sem reservas àquele primado que diz que devemos praticar o bem sem olhar a quem. Pode parecer difícil, mas é o certo a fazer.
Podemos lembrar de algumas condutas que nos fazem melhorar a coletividade em que vivemos. Nelas podem ser incluídas atitudes como, especificando melhor, ajudar um idoso ou uma idosa a atravessar a rua, doar sangue, proteger animais contra maus-tratos, atentar para abusos contra crianças, alertar possíveis vítimas de estelionato de golpes que estão sendo recorrentes, participar de trabalhos voluntários, denunciar casos de violência doméstica, divulgar vagas de emprego. São muitas as formas de auxiliar o próximo e desfrutar da envolvente sensação de ser útil para os que mais precisam. E repare-se que estes exemplos de generosidade podem vir de situações inusitadas e pouco propensas a propiciar esse tipo de ocorrência. Foi o que se verificou no jogo entre Juventude e São José nesta segunda-feira pelo Gauchão. O time alviverde perdia por um a zero e o jogador Alisson Safira estava vencendo seu marcador em uma investida de ataque, com chance de empatar. Todavia, quando ele viu que o defensor adversário havia se lesionado no lance, parou o jogo para o atendimento. Trata-se de uma postura rara no futebol, mas é algo que deveria fazer parte do esporte, uma vez que um dos seus objetivos maiores é o congraçamento e o respeito entre os atletas.
Os conflitos sociais fazem parte do nosso cotidiano. Contudo, devemos sempre procurar agir para contorná-los, de modo que a paz seja efetiva e que agressões, ofensas e brigas sejam evitadas. Dizem que quando um não quer, dois não brigam. Quando muitos não querem, os benefícios e os ganhos coletivos crescem exponencialmente.