Uma figura irreverente e icônica do futebol gaúcho, o ex-jogador de futebol Sandro Sotilli esteve na beira da praia de Capão da Canoa para participar de uma ativação da CMPC, quando mais de 500 pessoas participaram do chute a gol. A presença de Sotilli não foi por acaso, já que o evento fez alusão ao patrocínio da CMPC no Campeonato Gaúcho de 2026, integrando a campanha “É da Nossa Natureza Jogar Junto”.
Sotilli deu dicas sobre como fazer gols, algo que ele entende, pois só na primeira divisão do Gauchão, ele marcou 111 gols, o que o tornou o maior artilheiro da história do estadual. O primeiro clube que o atacante vestiu a camiseta foi o São Paulo, de Rondinha, cidade onde nasceu. Na época, ele tinha nove anos. No início da carreira profissional, trabalhou com até então desconhecido treinador Tite.
No encontro com o Correio do Povo, Sotilli falou para o Direto ao Ponto sobre sua relação com o litoral e sobre sua carreira. Começou a carreira no Ypiranga, de Erechim, em 1992, quando tinha 19 anos, onde permaneceu até 1997, quando seguiu para o Internacional. Em 1998, foi negociado com o Juventude, onde teve a primeira grande conquista da sua carreira, que foi o título do Campeonato Gaúcho de 1998. Foi artilheiro do Gauchão em 2002, quando jogava pelo 15 de Novembro, de Campo Bom, com 21 gols.
Em 2004, após ser artilheiro do Gauchão, defendendo o Glória, quando balançou as redes 27 vezes, o Internacional voltou a contratá-lo e o negociou com o exterior. No futebol mexicano, atuou por Necaxa, Jaguares, Dorados e León. Em 2009, pelo São José, alcançou sua melhor média de gols na carreira: 13 em 14 partidas. Ele atuou por várias equipes gaúchas. E, depois de mais de 20 anos de carreira pelos gramados, anunciou a aposentadoria em novembro de 2014, após sua sexta passagem pelo Pelotas.