Verão

Vigilância Ambiental de Imbé instala armadilhas para monitoramento do Aedes aegypt

Ovitrampas são colocadas pela Secretaria Municipal de Saúde em todos os bairros da cidade

Agentes da Vigilância Ambiental espalharam armadilhas em casas na manhã desta quinta-feira
Agentes da Vigilância Ambiental espalharam armadilhas em casas na manhã desta quinta-feira Foto : Mauro Schaefer

A Secretaria Municipal de Saúde de Imbé, através da Vigilância Ambiental, iniciou nesta semana a implementação de um novo sistema de monitoramento de focos do mosquito Aedes aegypt, responsável pela transmissão de doenças como dengue, zika e chikungunya. Ao todo, serão 108 armadilhas, chamadas de ovitrampas, espalhadas por todos os bairros da cidade.

Para a coordenadora da Vigilância Ambiental, Maria Elisa Menezes Silva, o novo método de monitoramento permitirá identificar os locais com maior incidência do mosquito. Na manhã desta quinta-feira, uma equipe da pasta realizou a instalação das armadilhas em casas da rua São Borja, no bairro Do Lago.

"Este método vai apontar os principais focos para que possamos fazer ações de forma mais específica e objetiva nestes locais. É um método que foi orientado pelo Estado e que também está sendo colocado em prática em outros municípios do Litoral Norte. É algo que vai deixar o trabalho dos agentes mais dinâmicos pois, onde há mosquito, serão realizadas ações prioritárias", destacou.

Maria Elisa também apontou algumas das principais dicas para evitar a proliferação do mosquito. "É não ter lugar com água parada. Às vezes, até uma tampinha de garrafa é um ambiente próprio para proliferação. No litoral, um dos maiores problemas que temos são as piscinas abandonadas, além das bromélias, que são muito comuns aqui e que acumulam muita água. O que dá para fazer nestas plantas são pequenos furos, que não vão machucá-las e vão evitar ser um criador do mosquito", finalizou.