Viva Bem

Agafarma resgata a proximidade com o cliente

Correio do Povo Viva Bem Janete de Matos, Diretora Financeira da rede, e Anaí Belezza, Secretária Geral do CRF (Conselho Regional de Farmácia). Foto: Guilherme Testa


O que antes eram CFA (Cuidados Farmacêuticos Agafarma), hoje são Espaços Clínicos, ambientes que se localizam dentro de lojas da rede e que disponibilizam aos pacientes aferição de pressão arterial, verificação de temperatura corporal, determinação quantitativa do teor sanguíneo de glicose, colocação de brincos, nebulização, realização de curativos pequenos e aferição de parâmetros fisiológicos. Tudo executado pelo farmacêutico, que conta com o apoio e a proteção da Vigilância Sanitária, da legislação e do Conselho Regional de Farmácia para desempenhar tais atividades com know how e apreço. Janete de Matos declara que o número de Espaços Clínicos dentro de Agafarmas vem crescendo e que, baseadas nesse novo layout, 35 lojas já estão aptas a desempenharem esses serviços. “É um trabalho lento, pois para oferecer um Espaço Clínico as exigências de infraestrutura são grandes”, argumenta. A portaria que entrou em vigor em março de 2018 permite que farmácias realizem vacinas, desde que exista equipamento apropriado para o armazenamento das mesmas e um farmacêutico qualificado para a aplicação. “Muitos profissionais da Agafarma se adiantaram e já realizaram cursos para poderem executar mais esse serviço”, declara Anaí. De acordo com Janete, até o final do ano, mais lojas da rede vão contar com Espaços Clínicos, tendência em países como Canadá e EUA. E são nesses ambientes que o farmacêutico é capaz de identificar problemas relacionados à saúde. “Ele pode perceber um paciente com pressão alta ou com diabetes, por exemplo, e encaminhá-lo para um médico”, argumenta a secretária geral do CRF, que, como representante da entidade, faz questão de ressaltar a importância do reconhecimento do farmacêutico: “Ele trabalha desde a fabricação da medicação, passa pela pesquisa, chega na dispensação e hoje ainda oferece serviço aliado à carinho e cuidado”. De acordo com a Diretora Financeira da Agafarma, o acompanhamento farmacêutico na rede - seja na fabricação do remédio, na pesquisa, no balcão e na disponibilização de serviços - pode sim proporcionar mais qualidade de vida ao paciente. “O profissional consegue reduzir inúmeros casos de reações adversas e melhorar significativamente a adesão ao tratamento”, completa Janete.

 

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