 Itens eram utilizados no chamado esquema de aluguel Crédito: Ricardo Giusti / CP Memória
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Itens eram utilizados no chamado esquema de aluguel
Crédito: Ricardo Giusti / CP Memória
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Em três meses, desde que a Empresa Pública de Transporte e Circulação (EPTC) deu início a uma avaliação sobre o uso do TRI no transporte público de Porto Alegre, foram retirados de circulação 145 cartões envolvidos no chamado “esquema de aluguel”. Conforme a EPTC, 81% são de usuários que fazem parte da categoria “isenções”.
O levantamento apurou que um único cartão foi utilizado até 300 vezes em apenas um mês. “Este tipo de ação, uma fraude, sobrecarrega o sistema, pesa na tarifa, prejudicando a grande maioria dos usuários do transporte coletivo. Continuamos atentos para coibir estas atividades irregulares”, disse o diretor-presidente da EPTC, Vanderlei Cappellari.
Atualmente, de cada 100 passageiros dentro de um ônibus, 33 não pagam passagem. O pente-fino começou depois do polêmico pedido de reajuste na tarifa protocolado em fevereiro pelo Sindicato das Empresas de Ônibus de Porto Alegre (Seopa), de 14,82%. Na ocasião, o Seopa informou que o conjunto de isenções é o grande responsável pela percentual solicitado.
No caso de irregularidades no uso das isenções, pode haver a cassação do benefício. Se for mau uso do TRI, o dono do cartão é chamado pela EPTC para conferir se houve algum furto, extravio do cartão, e, se constatada a irregularidade, é aberto um processo, encaminhado ao Ministério Público, com a possibilidade de apontamento do estelionato.
Fonte: Correio do Povo
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