Um juiz de Los Angeles fixou para 4 de janeiro a audiência preliminar para determinar se existem provas suficientes para iniciar um julgamento por homicídio involuntário contra Conrad Murray, médico do cantor Michael Jackson no momento de sua morte, em junho de 2009. O magistrado da Corte Superior de Los Angeles, Michael Pastor, disse que os procuradores têm até janeiro para reunir as evidências necessárias e só então determinará se haverá ou não um julgamento contra Murray.
O médico, de 57 anos, compareceu ao tribunal no centro de Los Angeles, na Califórnia, onde foram também Katherine e Joseph Jackson. Os pais do Rei do Pop, aliás, anunciaram o divórcio no fim de semana passado depois de 60 anos de casamento.
Em junho passado, em outra audiência, um juiz de Los Angeles negou um pedido para suspender temporariamente Murray de suas atividades, depois de uma solicitação do Conselho Médico da Califórnia de inabilitação profissional até a decisão da justiça penal. Murray foi acusado em fevereiro de homicídio involuntário pela morte de Jackson, causada por overdose de medicamentos e a uma intoxicação com propofol.
O falecimento foi constatado 20 minutos depois de receber uma injeção de propofol, quando Murray havia se ausentado por alguns minutos para atender um telefonema.
Audiência preliminar do médico de Michael Jackson é marcada para janeiro
Reunião vai determinar se existem provas suficientes para iniciar julgamento por homicídio involuntário