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Feira do Livro celebra parceria e homenageia 130 anos do Correio do Povo

Jornal cobre o evento na Praça da Alfândega desde a primeira edição, em 1955

Evento ocorreu no Clube do Comércio durante a 71ª Feira do Livro de Porto Alegre
Evento ocorreu no Clube do Comércio durante a 71ª Feira do Livro de Porto Alegre Foto : Fabiano do Amaral

A Câmara Rio-Grandense do Livro prestou uma homenagem aos 130 anos de história do jornal Correio do Povo na tarde desta sexta-feira, 14, em Porto Alegre. Uma placa comemorativa foi entregue pelo presidente da entidade organizadora da Feira do Livro, Maximiliano Ledur. Representaram o jornal o diretor-presidente, Marcelo Dantas, o editor de Cultura Luiz Gonzaga Lopes, e o diretor comercial João Muller. O evento ocorreu no Clube do Comércio, na Praça da Alfândega.

Em nome do Correio do Povo, o diretor-presidente Marcelo Dantas destacou a satisfação e a responsabilidade ao receber a homenagem. Ele lembrou também que o jornal cobre a Feira do Livro de Porto Alegre — que neste ano chega a 71ª edição — desde o início, em 1955. “Desde a primeira feira o Correio do Povo estava presente. Esse ano também fizemos uma dinâmica, uma exposição dentro da feira e pretendemos nos próximos anos, colocar à disposição da feira o prédio do Correio, para eles utilizarem ali como uma extensão da feira, que realmente é uma extensão, porque fica na esquina ali”, disse.

Já o editor Luiz Gonzaga Lopes, fez questão de lembrar da sua relação com o jornal, onde trabalha há 18 anos. “Meu avô lia, meu pai lia. Meu pai fez uma festa quando eu fui para o Correio. Fez uma festa para dizer que o filho dele está trabalhando no Correio do Povo. E eu, desde pequeno, em 1975, vim com a minha escola, eu estava no primeiro grau, a gente veio entregar uma placa, eu entreguei a placa para o diretor do Correio do Povo nos 80 anos. Então, sempre foi o jornal referência para todas as famílias”, afirmou.

Fundado em 1º de outubro de 1895, o Correio do Povo é um dos jornais mais antigos e relevantes do Brasil. Com 130 anos de circulação ininterrupta, o jornal testemunhou e registrou as grandes transformações do Rio Grande do Sul e do país. Durante o bate-papo, Gonzaga também lembrou que “desde 1895, qualquer notícia, qualquer informação que não estivesse no Correio do Povo, as pessoas diziam que não existia. ‘Ah morreu uma pessoa?’ Se não saísse no obituário do Correio do Povo, não era verdade”.

O presidente da Câmara Rio-Grandense do Livro, Maximiliano Ledur, também ressaltou a relação do jornal com a feira e revelou o desejo de estreitar a parceria com uma galeria de fotos. “Na Feira do Livro, a gente tem esse apoio de todo o grupo. Então tem fotos fantásticas. Eu já vi várias fotos que a gente tem que expor em uma exposição permanente. Meu sonho é ter um espaço na própria Feira do Livro. Um museu que a gente possa usar essas belas fotos que tem no Correio do Povo, da história da feira. São lindas as fotos”, destacou.

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