Cerca de 44% das 18 mil obras afetadas, o equivalente a 8 mil, deverão ser congeladas. Conforme a diretora de conservação e restauração da Biblioteca Central da universidade, Loreti Mattos, o material vai ficar exposto, durante 15 dias, a uma temperatura de -25ºC para destruição de fungos.
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Após, as obras começarão a ser retiradas para que possam ser restauradas individualmente. O custo mensal do aluguel do contêiner é de R$ 3 mil, enquanto o valor dos livros danificados é difícil de ser estimado, segundo a diretora, já que muitos são obras raras, que não são mais encontradas para venda.
Apesar do esforço para recuperação, a estimativa da Ufrgs é que cerca de 10% dos livros molhados, aproximadamente 1,8 mil, tenham sido perdidos. O alagamento ocorreu na virada do ano, na biblioteca do Instituto de Ciências Humanas e Filosofia (IFCH), localizado no Campus Vale da universidade.