As brasileiras já têm clareza sobre o que pretendem mudar em 2026 quando o assunto é saúde e bem-estar. Um levantamento da Vhita revela que 79% das mulheres querem praticar mais exercícios no próximo ano. Melhorar a alimentação, priorizando escolhas mais naturais e menos ultraprocessadas, aparece em segundo lugar, citada por 72,2% das entrevistadas. Dormir e descansar melhor completa o trio principal, mencionado por 71,1%.
As intenções para 2026 dão continuidade ao movimento observado em 2025. Neste ano, 76% das brasileiras tentaram melhorar a alimentação, 71,5% buscaram manter uma rotina regular de atividade física e 70,7% fizeram esforços para dormir melhor. O cuidado com a saúde mental apareceu entre as prioridades de 64%, enquanto 56,9% tentaram reduzir o estresse e equilibrar vida pessoal e trabalho.
Apesar do empenho, concretizar esses hábitos não foi simples: 59,1% citaram falta de disciplina e motivação, 49% mencionaram falta de tempo e 39,7% destacaram o custo dos hábitos saudáveis como barreira. Mesmo assim, a percepção geral sobre o ano foi positiva: 55% acreditam ter feito o possível dentro de suas condições e 17,9% afirmam que conseguiram se cuidar até mais do que planejavam. Outras 22,8% consideram que poderiam ter avançado mais.
Cuidado com a saúde mental em foco
Para 2026, além dos exercícios e da alimentação mais equilibrada, o cuidado com a saúde mental permanece entre os pontos centrais e é citado por 71,5% das entrevistadas. Reorganizar o equilíbrio entre vida pessoal e trabalho também segue como meta, mencionada por 61%. Outras intenções incluem reservar mais tempo para lazer e relações pessoais (50,5%), reduzir o uso de telas e redes sociais (45,6%) e manter acompanhamento médico com mais frequência (40,8%).
O sono, uma das maiores pendências para muitas mulheres, volta a aparecer como prioridade. Segundo a pesquisa, 7 em cada 10 entrevistadas pretendem dormir melhor no próximo ano, reforçando que a privação de sono ainda é uma das principais barreiras para o bem-estar.
A pesquisa ouviu 300 mulheres maiores de 18 anos, residentes em todas as regiões do país e conectadas à internet. O índice de confiabilidade é de 95%, com margem de erro de 3,3 pontos percentuais. As participantes responderam a oito questões sobre hábitos saudáveis, desafios enfrentados em 2025 e metas para 2026.
