O Brasil conhecerá neste sábado, 25 de julho, a vencedora do Miss Universe Brasil 2026. A final será realizada no Komplexo Tempo, em São Paulo, a partir das 22h30, com transmissão ao vivo pela Record, pelo R7.com e pelo RecordPlus. Michelle Barros e Natália Guimarães comandam a apresentação.
A candidata escolhida receberá a coroa Yby Marã – Terra Sagrada e assumirá a missão de representar o país no Miss Universe 2026, previsto para novembro, em Porto Rico. O Brasil tenta conquistar o terceiro título de sua história na competição internacional.
A noite decisiva também terá o anúncio do resultado da votação popular, encerrada nesta semana. Na edição de 2026, a vitória na votação popular garante uma vaga direta no grupo finalistas, formado, neste ano, pelo Top 6.
A divulgação ocorrerá antes da apresentação das 12 semifinalistas. Na parcial publicada em 22 de julho, o Rio Grande do Sul aparecia na liderança. Na sequência estavam Berço da República, Roraima, Mato Grosso do Sul, Bahia e Espírito Santo. A relação mostrava apenas as seis candidatas mais votadas naquele momento e não correspondia ao resultado definitivo.
Além das etapas classificatórias, as misses farão um desfile com trajes que representam seus estados, regiões turísticas e o Distrito Federal, levando ao palco referências culturais de diferentes partes do País.
- Final neste sábado: gaúcha lidera voto popular no Miss Universe
- “Meu sobrenome é Miss Brasil”: Deise Nunes faz 40 anos de coroa
- Natália Guimarães, Miss Universe 2007: "A beleza está na diversidade"
- Miss Universe Brasil 2026 tem recorde de mães na disputa
Candidatas passaram por avaliações preliminares
Antes de chegar a São Paulo, as participantes cumpriram uma programação de confinamento no Morro dos Anjos Resort, em Bandeirantes, no Paraná.
A etapa preliminar incluiu entrevistas individuais, apresentações em trajes de banho, gala e traje típico, além de atividades institucionais, treinamentos e momentos de integração.
Durante o processo, o corpo de jurados observou critérios como comunicação, autenticidade, presença de palco, desenvoltura, elegância e capacidade de representar o Brasil internacionalmente. Segundo a organização, as avaliações foram realizadas de forma independente e consideraram o desempenho das candidatas ao longo de toda a competição.
Giovanna Togni representa o Vale dos Vinhedos
Giovanna Togni, de 24 anos, é cirurgiã-dentista e leva o nome do Vale dos Vinhedos à final nacional. A candidata busca apresentar ao país a identidade de uma das regiões turísticas mais conhecidas da Serra Gaúcha, marcada pela cultura do vinho, pelas paisagens e pela hospitalidade.
A representante afirma viver a experiência com orgulho e gratidão. Sua participação procura associar a elegância esperada no concurso à responsabilidade de valorizar as origens e a cultura do território que representa. “Ser miss é ter a responsabilidade de representar nosso país com orgulho, de ser exemplo de coragem, como uma mulher que mantém e expõe sua verdade acima de tudo”, afirma Giovanna.
Júlia Guerra disputa pelo Rio Grande do Sul
Júlia Guerra, de 35 anos, representa o Rio Grande do Sul. Quiropraxista, ela possui pós-graduações em Neurociência, Gestão em Saúde e Comunicação e já é conhecida no universo dos concursos de beleza.
Em 2013, tornou-se a terceira brasileira a conquistar o título do Miss América Latina del Mundo. Agora, chega à decisão nacional com a expectativa criada pela liderança do Rio Grande do Sul na última parcial divulgada da votação popular.
“Ganhar essa coroa representaria honrar minha história, minhas escolhas e decisões, a mulher que eu já sou. A coroa amplifica meu propósito de servir, de ser e de transformar”, declara.
Região Sul mantém tradição no concurso
Rio Grande do Sul, Santa Catarina e Paraná carregam um histórico de protagonismo nas disputas nacionais. Conforme os dados divulgados pela organização, os três estados somam 24 títulos: 15 conquistados por gaúchas, cinco por catarinenses e quatro por paranaenses.
A relação da região com o concurso ganhou projeção internacional em 1963, quando Ieda Maria Vargas, do Rio Grande do Sul, se tornou a primeira brasileira coroada Miss Universo.
Santa Catarina será representada em 2026 pela fotógrafa e modelo Camilla Souza, de 27 anos. Para ela, o título pode ampliar o trabalho que vem construindo e funcionar como uma ferramenta de transformação. “Acredito que esse título é, ao mesmo tempo, símbolo e ferramenta: símbolo da nossa identidade e ferramenta de transformação”, ressalta.
Pelo Paraná, a candidata é Jéssica Krein, professora de educação infantil e pedagoga. Sua trajetória nos concursos começou em 2022, em uma disputa municipal. No ano seguinte, chegou ao Top 5 estadual e, ao retornar à competição, conquistou o título paranaense. “Pretendo ampliar meu trabalho como modelo, me preparar com responsabilidade e dedicação para representar o Paraná de forma honrosa e usar a visibilidade para alcançar causas pouco vistas”, afirma.
Coroa traz símbolos do território brasileiro
A vencedora será coroada com a Yby Marã – Terra Sagrada, joia criada para homenagear a diversidade cultural e as riquezas naturais brasileiras. Banhada a ouro branco, a peça reúne 17 quilates de citrino natural dourado, pérolas e cristais de zircônia. A pedra central remete ao losango da bandeira nacional e à riqueza do solo brasileiro.
As pérolas colocadas na base fazem referência à extensão do litoral. Outras 27 simbolizam os 26 estados e o Distrito Federal. A composição ainda apresenta o mapa do Brasil e formas orgânicas inspiradas na fauna e na flora do país.
Serviço
- O quê: final do Miss Universe Brasil 2026
- Quando: sábado, 25 de julho
- Horário: 22h30
- Onde: Komplexo Tempo, em São Paulo
- Onde assistir: Record, R7.com e RecordPlus
- Na programação: divulgação do resultado da votação popular, anúncio do Top 12, desfiles e coroação da vencedora
