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Caso Branquinho: Polícia Civil indicia mulher por matar cão a golpes de picareta em Porto Alegre

Presa preventivamente, ela foi autuada por maus-tratos

Manifestação se reunem Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, por Justiça para o cão Branquinho, morto a golpes de picareta
Manifestação se reunem Monumento ao Expedicionário, no Parque Farroupilha, por Justiça para o cão Branquinho, morto a golpes de picareta Foto : Camila Cunha

A mulher de 32 anos investigada por matar o cão Branquinho com golpes de picareta foi indiciada na 15ª Delegacia de Polícia, em Porto Alegre. Ela está presa preventivamente desde o dia 13 de maio. O ex-marido dela também foi autuado, por crimes ambientais.

De acordo com o delegado César Carrion, ela foi indiciada por maus-tratos a animais domésticos. “Foram concluídos dois inquérito, um pela morte do cão Branquinho e outro pela prisão em flagrante, quando encontramos outros animais também em maus-tratos”, disse o titular da 15ª DP.

A investigada foi presa em flagrante após o cumprimento de mandado de busca e apreensão, em 4 de maio, quando autoridades localizaram 35 animais, entre cães, gatos, equinos e galináceos, mantidos em condições degradantes, sem água, sem alimentação adequada e em ambiente insalubre. A prisão ocorreu no contexto da investigação sobre a morte de Branquinho, registrada em vídeo, no qual a investigada aparece desferindo golpes de picareta contra o animal.

Inicialmente, a mulher foi solta após audiência de custódia. No entanto, com a atuação do Ministério Público, que apresentou elementos adicionais ao processo, a Justiça deferiu a prisão preventiva dela. A medida foi considerada necessária para assegurar a ordem pública e o regular andamento da investigação.

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