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Censo animal é feito em áreas atingidas pelas cheias de Montenegro para identificar tutores e números

Objetivo é apurar o número de animais presentes nas áreas alagadas, orientar a população e determinar quantos precisam ser encaminhados para abrigos em caso de novas enchentes

O censo é essencial para compreender o impacto do desastre sobre a população animal e planejar ações mais eficazes
O censo é essencial para compreender o impacto do desastre sobre a população animal e planejar ações mais eficazes Foto : Fernanda Bassôa / Especial CP

Equipes da Defesa Civil da prefeitura de Montenegro, Departamento de Bem-Estar Animal e protetores das ONGs Amoga, Cachorreiros e Gateiros, e Patinhas da Esperança realizam desde a semana passada o censo animal em áreas atingidas pelas enchentes.

A primeira etapa da ação aconteceu no bairro Olaria, onde as equipes percorreram ruas do bairro e conversam com moradores a fim de identificar qual de fato é a situação atual dos animais afetados pelas cheias do ano passado. Se os animais sofrem de algum tipo de enfermidade em decorrência das enchentes, se precisam de tratamento, se carecem de vacinas, ração ou algum outro tipo de auxílio.

O objetivo do trabalho é também apurar o número de animais presentes nas áreas alagadas, orientar a população sobre os cuidados necessários e determinar quantos precisam ser encaminhados para abrigos temporários em caso de novas cheias. Os visitadores estarão identificados com camisetas das instituições envolvidas.

Segundo o coordenador da Defesa Civil, Clóvis Pereira, o censo é essencial para compreender o impacto do desastre sobre a população animal e planejar ações mais eficazes de resgate e proteção em situações futuras.

A diretora do Serviço de Proteção e Bem-Estar Animal, Vanuza Christo Barcellos, destaca que o trabalho está sendo ampliado para outras localidades da cidade. Nas enchentes de maio de 2024, cerca de 300 animais foram resgatados e muitos ainda aguardam adoção.

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