A última eleição presidencial do Inter e que renovou 50% das cadeiras do Conselho Deliberativo está sob suspeita depois da realização de uma perícia feita com autorização da justiça.
Não vou aos fatos, relatados em matéria no Correio do Povo pelo repórter Fabrício Falkowski.
Parto para as possíveis consequências.
José Aquino Flôres de Camargo, candidato perdedor, acha que se os fatos ficarem comprovados a eleição deve ser anulada.
Aquino é desembargador e ex-presidente do TJRS.
Ouvi advogados. Um garante que, em caso de comprovação dos fatos, o assunto poderá sair da alçada estatutária do clube e partir para a esfera judicial, que poderia decretar uma nova eleição ou impeachment.
Outro, afirma que certamente (sempre em caso de confirmação das irregularidades) a atual gestão buscará recurso e a contratação de nova perícia. Um processo que se arrastaria pos cinco, seis anos.
Porém, nesta hipótese, administraria o clube sob suspeita e provavelmente com a rejeição da maioria dos conselheiros.
