Vai algum tempo, publiquei o relato da doutora Cristina Dornelles, bióloga, bacharel em genética, especialista em bioquímica e mestre e doutora em Ciências Médicas pela Universidade Federal do Rio Grande do Sul - UFRGS.
No sábado, o texto será republicado para que o leitor entenda como funciona a “democracia” do Povo do Clube na ótica da doutora Cristina.
Cristina Dornelles era integrante do Povo do Clube. Trecho da publicação:
"Primeiramente, a elite diretiva do Povo do Clube se cristaliza exatamente nas pessoas que hoje ocupam cargos diretivos na gestão do Inter. Os nomes não foram escolhidos coletivamente, como era a prática do movimento."
Relata o afastamento de cinco integrantes "sem direito à defesa e sem instauração de procedimento ético-disciplinar, sob a alegação de terem adotado condutas contrárias aos interesses do movimento antes e durante a campanha eleitoral, sendo que tais condutas eram nada mais do que questionamentos a práticas da elite diretiva, com as quais não concordavam."
Cita a indicação do Ivandro Morbach para o Conselho de Gestão "ao arrepio do debate coletivo."
Alguns integrantes do Povo do Clube, engessados nas suas opiniões e considerando haver perseguição, deixaram o movimento para fundar o Tradição Popular. De um ex-integrantes do Povo do Clube:
“Como num tribunal de exceção, foi aprovado o afastamento liminar de integrantes do movimento, por conta de supostas condutas inadequadas”
Na segunda-feira, o Conselho Deliberativo do Internacional rejeitou a proposta de emissão de debêntures por 161 votos contrários e 159 favoráveis.
Motivo: o clube buscava um empréstimo de R$ 200 milhões dando em garantia o Beira-Rio.
Sete votos contrários foram de integrantes do Tradição Popular.
O Povo do Clube ajudou a afundar as pretensões da atual gestão.
O Inter e o voto dos 7 dissidentes
Sete votos contrários foram de integrantes do Tradição Popular. O Povo do Clube ajudou a afundar as pretensões da atual gestão.
