Renato está voltando.
Não irá estrear nesta sexta.
Mas só o anúncio motivará jogadores e torcida.
Sai Roger.
Dias atrás, quesitionei se Dênis Abrahão teria poder para garantir Roger no cargo.
Não teve e caiu junto.
Renato significa o tamanho do desespero da direção em não subir.
Não é para menos.
O time vem crescendo feito rabo de cavalo.
Das últimas quatro partidas, perdeu três e empatou uma.
Um mísero ponto em 12.
Caiu para o quarto lugar.
Está ameaçado de perder a posição pelo Londrina e Sport.
Roger vinha ameaçado desde o empate diante do Vasco, lá.
A gota d'água foram os 2 a 0 diante do Criciúma.
Com direito a baile do time catarinense.
O Grêmio chutou duas bolas no gol.
Duas.
Deve ser um recorde negativo.
Romildo tomou as rédeas.
Não está investindo R$ 12,5 milhões num time que em momento algum decolou.
E lá se vão 27 rodadas.
Romildo não quer correr o risco de encerrar a gestão sem colocar o Grêmio na Série A.
O time vai mal mesmo com uma folha de R$ 12,5 milhões.
A folha só perde para Flamengo, Palmeiras, Galo e Inter, todos da Série A.
Mudança radical.
Futebol terceirizado novamente.
