O Senado brasileiro botou o país nos trilhos.
Cassou Demóstenes Torres, o amigo do contraventor Carlinhos Cachoeira.
O senador agia como uma espécie de cafetão do bicheiro, agenciando "paradas" para ele.
Apesar do voto secreto, 56 senadores deram um voto moralizador.
Saiu Demóstones.
Entra o suplente, que é ex-marido da mulher de Cachoeira.
Rival ou sócio?
O novo senador não tem um só voto.
É apenas um nome indicado por Demóstenes provavelmente por ajudado a financiar-lhe a campanha.
Nessa fase moralizadora o Senado poderia acabar com a suplência por inércia.
Seria pedir demais?
Depois da saída de Demóstenes e da entrada do ex da mulher do Cachoeira, o Senado está se sentido a meca dos bons costumes.
Ou seria uma casa de tolerância?
Quer dizer, mil desculpas, uma casa tolerante?
As primeiras notícias são tranquilizadoras.
Por exemplo, esta, da Folha de S. Paulo:
"Herdeiro de Demóstenes Torres no Senado, o primeiro suplente Wilder Morais (DEM-GO) foi colocado nesse posto pelo empresário Carlinhos Cachoeira, a quem chamava de "Vossa Excelência".
É o que indicam áudios inéditos gravados pela Polícia Federal e obtidos pela Folha de sete conversas entre Wilder e Cachoeira, que se referia a ele como "senador"."
Mudou muito!