Por André Maciel*
A cultura das histórias em quadrinhos sempre permeou a sociedade brasileira desde o século 20, com os surgimentos da Disney, Marvel e DC Comics e com as criações de Maurício de Souza, em "A Turma da Mônica". Após o fim da pandemia e com a popularização dos Mangás japoneses e dos Doramas sul-coreanos que adaptam mangás (Alice in Borderland) no ocidente, a popularidade desse gênero foi multiplicada inúmeras vezes, trazendo recordes de vendas em sites ou lojas físicas, atraindo públicos de diversas idades que no passado não eram comum consumirem histórias desse tipo.
Na Feira do Livro de Porto Alegre há algumas bancas vendendo mangás na Praça da Alfândega, uma delas é a banca da Z Comics, que está bem movimentada durante o evento, de acordo com o expositor Vitor Zandomeneghi. “Excelente, essa edição da feira está superior à edição passada, que já tinha sido bem boa”. Há 33 anos participando da Feira do Livro, Zandomeneghi explicou que o público vem crescendo ano após ano no seu estande.
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*Supervisão Luciamem Winck