Rogério Mendelski

A crise interna do PT

Não precisa de pesquisa alguma para que os próprios líderes petistas sintam que o partido já não goza de maioria entre os jovens e entre os trabalhadores – nichos eleitorais quase que perpétuos em outras eleições.

Estilhaços da fraude

Os petistas produzem narrativas querendo atribuir ao governo Bolsonaro o início da fraude do INSS, mas a pesquisa Quaest revelou que 31% dos entrevistados disseram que o principal responsável pelos desvios foi o governo Lula. O INSS foi responsabilizado por 14%, enquanto as entidades investigadas e a gestão Bolsonaro, por 8% cada.

É hora de parar

Entre os líderes do PT há um consenso sobre o resultado da pesquisa Quaest. Eles entendem que o governo Lula está no limite da desaprovação popular. Além da crise provocada pela fraude do INSS e do reajuste do IOF está o olhar petista para 2026. A hora é de evitar novos escândalos se o partido quiser algum êxito nas urnas na eleição do próximo ano.

O fim da escola padrão

O governo estadual encerrou melancolicamente o programa Escola Padrão que previa uma reforma estrutural em 56 escolas gaúchas melhorando a infraestrutura física e tecnológica para o bem-estar educacional dos alunos.

Paula Mascarenhas (1)

A presidente do Diretório Regional do PSDB, Paula Mascarenhas, está solidária com seu líder Eduardo Leite por ter assinado ficha no PSD. Paula, tudo indica, também irá acompanhar o governador em seu novo partido.

Paula Mascarenhas (2)

No entanto, há quem diga que com a saída de Eduardo Leite do PSDB, Paula ficaria com a faixa de maior liderança tucana no Estado. E tal situação poderia fazê-la permanecer no que restar do partido.

Zucco em ação

O líder da Oposição na Câmara, deputado Luciano Zucco (Republicanos-RS), saiu em defesa da colega Carla Zambelli. Sobrou para o ministro Alexandre de Moraes: “De forma monocrática, ele atropelou as leis, rasgou a Constituição e subverteu os princípios mais básicos do Estado de Direito. A ordem de prisão de Zambelli precisa ser imediatamente submetida ao crivo da Câmara como manda a CF”.

Fávaro pode sair

Em julho, quando for anunciado o Plano Safra, segundo se comenta em Brasília, o ministro da Agricultura, Carlos Fávaro, poderá aproveitar o evento para sair do governo. Ele está descontente com a suspensão temporária das linhas de crédito subsidiadas do Plano Safra e também não gosta de ouvir falar em possível taxação do agro.