O novo Código Eleitoral está em discussão no Congresso Nacional e na pauta aparecem assuntos polêmicos como autofinanciamento de campanha, ficha limpa de candidatos, maior liberdade no uso de verbas partidárias e o voto impresso. Este sistema de fiscalização já fora aprovado, mas em 2020 o STF declarou-o inconstitucional por colocar em risco o sigilo e a liberdade do voto. Agora, o voto impresso retorna com a mesma obrigação anterior: a urna eletrônica deverá imprimir cada voto em uma cédula que será depositada “em local previamente lacrado” e determina que o eleitor só conclui o seu voto, depois de conferi-lo e colocá-lo numa urna física. Trata-se de uma alternativa de segurança para uma real conferência em caso de recontagem de votos. Somente outros dois países adotam o mesmo sistema de votação do Brasil: Butão e Bangladesh. Tivéssemos adotado o sistema de conferência do voto eletrônico nas eleições de 2022, não haveria a suspeita divulgada pelos eleitores de Jair Bolsonaro sobre o resultado da eleição de Lula da Silva. Tudo indica que o voto impresso seja aprovado, mais uma vez, pelo Congresso Nacional e tudo indica também que o caso termine, mais uma vez, no STF.
Estados Unidos e França
Nesses dois países, o voto eletrônico é utilizado em algumas regiões sem impressão e, em outras, o voto ainda é depositado nas urnas em cédulas de papel. Não existe uma legislação nacional sobre o sistema de votação.
A fraude do INSS (1)
O ministro da Previdência, Wolney Queiroz, não aceita que o INSS indenize o segurado que foi enganado com empréstimo consignado não autorizado. Queiroz já disse que o governo não vai indenizar ninguém. A conta será do banco que fizer o desconto.
A fraude do INSS (2)
Não tem cabimento isso. Quem tem de pagar esse prejuízo é o banco, é o correspondente bancário, é a instituição financeira que fez a fraude ou foi descuidada ou que foi leniente, não podemos deixar isso nas costas do governo” – é o pensamento oficial sobre a fraude do INSS.
Memorial de Geisel (1)
O município de Bento Gonçalves tem um local de visitação pública procurado por turistas: a Casa Geisel, local onde nasceu o ex-presidente Ernesto Geisel e que preserva fotos e documentos sobre o período em que a família Geisel viveu no município, com acervo do Museu do Imigrante e do Arquivo Histórico.
Memorial de Geisel (2)
A Casa Geisel vai receber novos documentos sobre a vida política do ex-presidente, como o caso com o então ministro do Exército, Sílvio Frota, que foi demitido pessoalmente por Ernesto Geisel, depois de uma tentativa de impedir a nomeação do general João Figueiredo.
Bolsa Família
Em 10 estados brasileiros – Maranhão, Pará, Piauí, Bahia, Paraíba, Alagoas, Amazonas, Amapá, Sergipe e Acre – há mais beneficiários do Bolsa Família que empregados com Carteira de Trabalho assinada, segundo pesquisa do jornal digital Poder 360, com dados atualizados em julho de 2025.
O STF e o Banco do Brasil
Em Brasília ainda repercute a sugestão da presidente do Banco do Brasil, Tarciana Medeiros, oferecida aos ministros do STF. Tarciana sugeriu aos integrantes do STF que abrissem contas em cooperativas de crédito como forma de se proteger de eventuais efeitos da Lei Magnitsky. Houve recusa unânime dos ministros.
Ferro no Tagliaferro
Eduardo Tagliaferro, ex-assessor do ministro Alexandre de Moraes, teve seu pedido de extradição solicitado à Itália onde se encontra atualmente. Tagliaferro é acusado de revelar informações sigilosas entre o TSE e o STF. Na Itália, o ex-assessor se diz vítima de perseguição política e promete fazer denúncias no Parlamento Europeu.
