Algumas das maiores democracias do mundo elegem seus representantes pelo sistema do voto distrital puro ou misto – Estados Unidos, Reino Unido, Canadá, Japão, Nova Zelândia, Austrália – e jamais tiveram crises de identidade doutrinária com seus parlamentares. As constantes crises políticas do Brasil como traições, troca-troca de parlamentares e a quantidade de bancadas partidárias nas casas legislativas brasileiras são o testemunho dos resultados eleitorais pelo sistema que utilizamos para a escolha de nossos representantes. Seria perda de tempo mostrar que nossas urnas apontam candidatos com mais votos que outros, mas, mesmo assim, não são diplomados. O eleitor brasileiro não entende o sistema proporcional que adotamos. Eleição para ser legítima, na cabeça de qualquer cidadão mediano, é vencida por quem tem mais votos. Nas nossas casas legislativas – câmaras municipais, assembleias legislativas e até na Câmara dos Deputados – temos candidatos cujos mandatos foram conquistados pelo quociente eleitoral e pela musculatura de seus partidos e não pela vontade do eleitor. Se tivéssemos o voto distrital, sempre seria eleito o melhor candidato escolhido pelo seu eleitor. Por que o Congresso não faz a reforma eleitoral que iria moralizar definitivamente as nossas eleições implantando o voto distrital? Não é uma boa pergunta?
O show de Lula
Para o jornal O Estado de S. Paulo, em editorial na última quarta-feira, “Lula fez um show ideológico na ONU”.“O petista fez justas críticas aos EUA, mas, fiel à sua natureza, pegou leve com a Rússia e com o Hamas. Ou seja: é moralista com democracias ocidentais e indulgente com tiranias camaradas”.
Contra o agronegócio
Ainda está difícil de se compreender o ato na Universidade Federal de Pelotas na última segunda-feira, promovido pela Turma Especial do curso de Medicina Veterinária, enaltecendo o MST e condenando o agronegócio brasileiro.
Protesto de parlamentares
Na Câmara Federal, os deputados gaúchos Alceu Moreira (MDB), Ubiratan Sanderson (PL) e Afonso Hamm (PP) e na Assembleia Legislativa, Rodrigo Lorenzoni (PL) e Marcos Vinicius (PP) protestaram energicamente contra o ato na Ufpel, pedindo providências na PGR e no Ministério Público Estadual.
Hipocrisia com Pelotas?
O município de Pelotas tem uma forte receita municipal oriunda do agronegócio e além de sua produção rural e de sua tradicional exposição de animais, a vitrine do agro pelotense pode ser resumida na sensacional e deliciosa Fenadoce. Toda a matéria prima de seus doces maravilhosos vem do agro. Pelo lado do humor, pode-se afirmar que a turma antiagro é também diabética.
São Paulo X PCC
O secretário de Segurança Pública de São Paulo, Guilherme Derrite, está atacando o PCC e declarou que vai usar o dinheiro de mulher do traficante Marcola para investir em recursos materiais para a polícia paulista. “Criamos uma política pública para tirar recursos do crime organizado e transformá-los em investimentos para as forças policiais”, disse Derrite. Um exemplo para outros estados.
Trump apoia Milei
Donald Trump recebeu Javier Milei, em Nova Iorque, e postou na sua rede social elogios ao presidente argentino que “devolveu a estabilidade à economia de seu país e a elevou a um nível de proeminência e respeito”. Trump quer transformar Milei no novo líder político da América Latina.
Milei é amigo
O presidente argentino Javier Milei está com a bola cheia na Casa Branca. O governo de Donald Trump vai negociar um crédito de US$ 20 bilhões no modo financiamento temporário (swapline). Este crédito é rápido e evita oscilações rápidas do peso.
Outra bondade
O Tesouro dos Estados Unidos também está disposto a comprar a dívida primária ou secundária da Argentina. A dívida primária é aquela emitida para arrecadar dinheiro imediatamente por meios de títulos, enquanto a dívida secundária é a que já foi emitida e trocada por investidores, públicos ou privados.
