A composição de seu segundo governo na prefeitura de Porto Alegre é apenas uma das equalizações e dos desafios que Sebastião Melo (MDB) tem pela frente.
O documento obtido com exclusividade pelo jornalista Diego Nuñez, aponta detalhes de temas classificados como “duros” e que foram elencados para serem debatidos nas sucessivas reuniões com aliados no Escritório de Transição.
Os pontos destacados estão divididos em três categorias. A primeira trata de ações já em andamento. As outras duas abordam iniciativas que integram o plano de governo defendido na campanha e as que não constaram nas promessas de Melo, mas terão de ser enfrentadas.
Nesta última, aparecem, por exemplo, na área de gestão, a necessidade de fusão de cargos de confiança com remunerações mais baixas e a revisão das diferenças entre os níveis médio e superior. Com base nas ações, a nova configuração da máquina pública, cujo desenho também está em análise, será definida.
À coluna, Melo afirmou que não será uma reestruturação, mas “pequenos ajustes”. Os projetos começarão a ser encaminhados à Câmara na próxima segunda-feira.
Quem vai e quem fica
Além de negociar com os 11 partidos aliados como se dará a representação no primeiro escalão e nos órgãos da administração indireta, no segundo governo, Sebastião Melo está analisando ainda quais dos atuais secretários permanecerão nos cargos.
