Cooperativismo

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Cooperativismo: um caminho de resiliência e desenvolvimento para o Rio Grande do Sul

O setor gaúcho tem sido um exemplo de solidariedade e ação concreta, principalmente nos momentos de crise

Em julho, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, à direita, assinou um protocolo de intenções junto à Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) — agência especializada da ONU voltada à promoção e ao aceleramento do Desenvolvimento Industrial Sustentável e Inclusivo (ISID)
Em julho, o presidente do Sistema Ocergs, Darci Hartmann, à direita, assinou um protocolo de intenções junto à Organização das Nações Unidas para o Desenvolvimento Industrial (Unido) — agência especializada da ONU voltada à promoção e ao aceleramento do Desenvolvimento Industrial Sustentável e Inclusivo (ISID) Foto : Ricardo Giusti

Neste mês de julho, o Rio Grande do Sul se une ao mundo para celebrar o Dia Internacional do Cooperativismo, com um destaque especial: 2025 foi instituído pela ONU como o Ano Internacional do Cooperativismo, reconhecendo o papel essencial das cooperativas no desenvolvimento sustentável, na geração de renda e na construção de comunidades mais resilientes.

Para o presidente do Sistema OCERGS, Darci Hartmann, o reconhecimento da ONU é uma “deferência ao sistema cooperativo mundial”, especialmente pelo impacto transformador que as cooperativas exercem nas comunidades onde estão inseridas.

"É uma deferência que a ONU dá para o sistema cooperativo mundial, pelo trabalho e pelo serviço que o cooperativismo faz pelos seus associados e para a comunidade", afirma Hartmann.

O cooperativismo gaúcho tem sido um exemplo de solidariedade e ação concreta, principalmente nos momentos de crise. Durante as severas enchentes que atingiram o estado no último ano, e que voltam a preocupar em 2025, as cooperativas mostraram sua força com ações de atendimento às vítimas, distribuição de alimentos e apoio às famílias desalojadas.

“Estamos vivendo uma nova realidade. O cooperativismo tem que ser resiliente, ter a capacidade de se adaptar, mas sempre construindo um mundo melhor. E estamos crescendo, mesmo diante das dificuldades”, reforça o presidente.

O Rio Grande do Sul conta hoje com mais de 4 milhões de associados em 372 cooperativas, que atuam em todos os ramos. Para Hartmann esse modelo se destaca por três pilares fundamentais: gestão profissional, senso de pertencimento e desenvolvimento regional sustentável.

Ao longo de julho, diversas ações vão ser promovidas para valorizar o cooperativismo, reforçando seu papel como motor de transformação econômica e social. A celebração é também uma convocação à sociedade gaúcha para reconhecer e fortalecer esse modelo, que segue firme como esperança e força em tempos desafiadores.

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