Faltam exatamente dez dias para que o mundo volte suas atenções para os esportes da neve. A partir do dia 6 de fevereiro, Cortina e Milão, na Itália, serão invadidas por esquis, trenós e patins, com o início dos Jogos Olímpicos de Inverno. Ao todo, 16 modalidades serão distribuídas em um calendário que segue até o dia 22 de fevereiro, com cerca de 3500 atletas disputando 195 medalhas olímpicas.
A delegação brasileira contará com 14 representantes, 40% a mais do que a edição de Pequim-2022, e o maior número de vagas do país na história do evento. O número aumenta também as chances do Brasil de conquistar sua primeira medalha no torneio. A brasileira que chegou mais perto de subir ao pódio foi Isabel Clark, em Turim-2006, com a nona colocação na modalidade snowboard cross.
Neste ano, o Brasil tem dois principais nomes que vêm se destacando nas competições mundiais ao longo do ciclo olímpico. Um deles é a gaúcha Nicole Silveira, atleta do skeleton. Natural de Rio Grande, Nicole garantiu a quarta colocação no Mundial da modalidade em 2025, além de três medalhas de bronze em etapas da Copa do Mundo, assegurando assim a vaga para os Jogos de Inverno.
“Essas conquistas são muito importantes porque mostram que todo o esforço que estou fazendo é o caminho certo e que está tudo valendo a pena. As atletas que eu vou competir nos Jogos Olímpicos muitas têm mais experiência do que eu e por isso estou vendo a melhor forma de chegar no topo”, afirmou Nicole.
Lucas Pinheiro, do esqui alpino, também vem ganhando espaço nas competições ao redor do mundo e pode ser uma das esperanças de medalha para o Brasil, na Itália. Na última semana, o atleta conquistou o segundo lugar na etapa de Wengen da Copa do Mundo da modalidade após uma descida impecável com o tempo de 1min46s46.
Nessa segunda-feira, a tocha olímpica chegou a Cortina. A cidade italiana receberá as provas femininas de esqui alpino, bobsled, luge, skeleton e curling.
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