2002, 2003, 2011, 2017, 2018, 2019 e 2026. Sete taças de Libertadores da América, desde o último domingo descansam na sala de troféus da ACBF. O sétimo troféu teve um gosto especial para o maior clube de futsal do Brasil, pois foi conquistado de forma dramática, na frente da fanática torcida laranja e no ano em que é celebrado seus 50 anos de fundação.
A decisão, em Carlos Barbosa, no Centro Municipal de Eventos Sérgio Luiz Guerra completamente lotado foi contra um grande rival dos últimos anos, o Magnus, de Sorocaba. Após empate em 2 a 2 no tempo normal e na prorrogação, a conquista saiu nos pênaltis com o goleiro Pedro Bianchini, sendo o grande herói.
Atenções voltadas para a Liga Nacional
"É um privilégio a gente poder jogar uma Libertadores, e um privilégio jogar dentro de casa. Poucos atletas vão ter esse momento. Quem teve esses dias no ginásio, quem esteve presente, poder presenciar uma atmosfera surreal. Cada jogo uma final. Uma festa com o torcedor, que merece muito. Nosso grupo e a instituição merecem muito. Agora é desfrutar. É muito difícil ganhar uma Libertadores" disse o jogador que está na sexta temporada no clube.
Agora a ACBF volta as atenções para a Liga Nacional de Futsal. Para 2026, Clovis Tramontina, presidente de honra do clube e empresário que colocou a cidade de Carlos Barbosa no cenário mundial da indústria e do futsal, montou um time para brigar por títulos. A Libertadores já foi. Falta agora a LNF que desde 2015 a torcida não comemora. Na atual edição, a equipe está em sexto lugar.
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