Rebelo entrou em contato com as autoridades de São Paulo e do Rio Grande do Sul para pedir investigação e "punição rigorosas aos torcedores" que cometeram os atos preconceituosos. O jogador santista foi chamado de "macaco" pela torcida do Mogi Mirim, enquanto Chagas foi insultado e teve o carro depredado por integrantes da torcida do Esportivo.
"A agressão racista não atinge apenas aquele a quem é dirigida. Fere toda a população brasileira e a sua identidade de povo miscigenado" revelou o ministro. Após uma conversa por telefone com o secretário de Segurança do Rio Grande do Sul, Airton Michels, Aldo Rebelo foi informado de que a polícia gaúcha já se mobiliza na busca pelos infratores.
"O secretário me informou que a Polícia Civil gaúcha já adotou providências para identificar os agressores do árbitro. A Justiça deve punir exemplarmente esse comportamento inaceitável. Não são torcedores, são criminosos", finalizou o ministro.