Após três semanas de uma verdadeira imersão nos esportes da neve, os Jogos Olímpicos de Inverno chegaram ao fim. A cerimônia de encerramento marcará o apagamento das chamas olímpicas em Milão e Cortina neste domingo, a partir das 16h (de Brasília). A Noruega liderou o quadro de medalhas pela quarta vez consecutiva, ultrapassando Estados Unidos e Países Baixos.
Ao todo, o país europeu conquistou 41 medalhas, sendo 18 de ouro, 12 de prata e 11 de bronze, recorde histórico na competição. Logo em seguida, os EUA garantiram 33 medalhas, 12 delas de ouro, 12 pratas e nove bronzes. Os Países Baixos completaram o pódio com vinte medalhas.
O Brasil fez sua estreia no quadro geral de medalhas dos Jogos. A delegação verde-amarela encerrou a participação em Milão-Cortina 2026 com a melhor campanha de sua história no torneio. A conquista do ouro de Lucas Pinheiro Braathen no esqui alpino levou o Brasil à 19ª posição.
“Começamos bem, aumentando o número de participantes, aumentando o número da delegação. E fechamos literalmente com chave de ouro, conquistando a primeira medalha olímpica do Brasil em Jogos Olímpicos de Inverno. E logo uma medalha de ouro", celebrou Marco La Porta, presidente do Comitê Olímpico do Brasil.
Além disso, foram cinco colocações no top 20 da competição: ouro no esqui alpino, 11º no skeleton, 14º e 19º no snowboard e 19º no bobsled. Nicole Silveira também levou o skeleton a um nível mais alto com o 11º lugar. “Fico muito feliz, foi melhor que Pequim-2022. Significa muito mais que o 13º lugar porque o nível de competitividade dentro desses quatro anos que vieram foi muito alto”, explicou a atleta.