O último passo da investigação foi o recebimento da manifestação do clube peruano sobre os vídeos dos sons de macaco emitidos pelos torcedores do Garcilaso.
O veredito sairá de uma audiência por videoconferência entre o colombiano Orlando Morales e o boliviano Alberto Lozada.
A demora para a resolução do caso se deve pela busca por provas para avaliar o comportamento da torcida, já que tanto o árbitro quanto o delegado da partida afirmaram não terem, do campo, identificado racismo nos sons vindos da arquibancada.
Segundo o Código Discilplinar da Conmebol, o clube peruano pode ser até excluído da Libertadores por racismo. Mas, como é o primeiro caso do gênero, a tendência é uma combinação com multa, portões fechados ou perda de mando de campo.