O árbitro escalado pela Fifa para a estreia do Brasil na Copa do Mundo contra o Marrocos, no próximo sábado, às 19h, o esloveno Slavko Vincic, esteve envolvido em um caso polêmico. Ele acabou sendo detido pela polícia em uma festa na Bósnia e Herzegovina, onde foram encontradas drogas e armas, além de prostitutas.
A detenção de Vincic ocorreu cidade de Bijeljina em maio de 2020 junto com diversas outras pessoas. Entre elas, estava Tijana Maksimovic, que a polícia suspeitava ser a líder de uma rede de prostituição. O árbitro que apitou a final da Champions em 2023/24 alegou que estava no local por engano, acreditando que estava indo para um almoço de negócios.
No total, as autoridades prenderam nove mulheres e 26 homens, apreendendo ainda quatro pacotes de cocaína, 10 pistolas, três coletes a prova de bala e mais de 10 mil euros em várias moedas. Interrogado como testemunha, acabou liberado pouco depois. Em declarações ao jornal esloveno Vecer, o árbitro explicou a sua versão.
"Estava naquele local por acaso. Tenho a minha própria empresa e estava na Bósnia para uma reunião de negócios. Aceitei um convite para almoçar, o que se revelou ser o meu maior erro. Foi um ensinamento. Estava sentado à mesa com a minha companhia, de repente a polícia apareceu e aconteceu o que aconteceu. Não tenho nada a ver com o grupo que foi detido, nem os meus parceiros de negócios. No depoimento, a polícia descobriu que não conhecíamos os envolvidos e fomos liberados", explicou.