Não é nenhum exagero dizer que antes do título no Catar, Messi não agradava a todos os argentinos, como Maradona sempre pareceu conseguir. Também não é nenhum exagero dizer que, a partir da terceira estrela no peito, os hermanos têm em Scaloni algo perto de uma unanimidade. Esta noite, às 19h (de Brasília), no estádio Hard Rock, em Miami, os dois "Lionéis" comandam, dentro e fora de campo, a atual campeã diante de Cabo Verde, a sensação da Copa do Mundo. CazéTV, SBT, Globo, Sportv e NSports transmite ao vivo a partida.
Tanto o camisa 10 quanto o treinador ostentam números expressivos. Artilheiro da atual edição ao lado de Mbappé e maior goleador da história dos Mundiais com 19 gols, Messi pode se aproveitar da fragilidade do adversário para se aproximar de um feito até aqui impensável.
Em 1958, na Suécia, o francês Just Fontaine anotou 13 gols, um recorde até hoje. Com os atuais seis, e a possibilidade de mais quatro jogos até uma eventual final, é bom o goleiro africano Vozinha colocar as barbas de molho.
- Inter encaminha acerto com Calebe por empréstimo e obrigação de compra
- Construção de nova alça entre a Arena do Grêmio e a freeway deve começar no final do ano
- Grêmio assina pré-contrato com Mandaca, do Juventude
O desafio de Cabo Verde é enorme. Não só por enfrentar um fenômeno do futebol. Mas também por medir forças contra um time comandado pela centésima vez por um cara também de qualidades raras. Como escreveu o colunista Nico Berardo na edição de ontem do Diário Olé, essa Argentina é diferente das demais. Inclusive das que tiveram Messi em outros tempos.
A diferença da 'Scaloneta' não se nota só quando a bola rola. "Seu estilo não dividiu a equipe; pelo contrário, uniu-a. Esta seleção nacional tem torcedores. E um estilo que os atrai.