Até parece que aquele 7 a 1 que a Alemanha impôs sobre o Brasil, em Minas Gerais, em 2014, é uma praga, já que a seleção alemã não conseguiu mais avançar além da segunda fase da Copa do Mundo nas edições seguintes. Ontem, eles foram eliminados pelo Paraguai, nas penalidades máximas, por 4 a 3, depois de conseguir o melhor avanço nas últimas três copas: ir para a segunda fase.
Em 2018, na Rússia, a fase de grupos da tetracampeã mundial foi terrível. Começou perdendo para o México, por 1 a 0. Venceu a Suécia, por 2 a 1, mas perdeu para a Coreia do Sul, por 2 a 0, e ficou de fora dos mata-matas.
Quatro ano depois, a Alemanha estreou perdendo para o Japão, por 2 a 1. Na sequência, empatou em 1 a1 com a Espanha. A única vitória na fase de grupos foi contra Costa Rica, por 4 a 2. Como ficou em terceiro do grupo, acabou eliminada.
Na atual edição houve uma evolução da multicampeã "escola do futebol alemão". Na primeira Copa do Mundo com 48 participantes, estreou vencendo Curaçao por 7 a 1, o que indicava que a fase de desclassificações havia passado, ledo engano. Na sequência venceu a Costa do Marfim, por 2 a 1, e garantiu vaga. No último jogo da fase de grupos, perdeu para o Equador por 2 a 1 e os alertas foram ligados.
Ontem, na segunda fase da Copa do Mundo de 2026, a Alemanha empatou com o Paraguai, em 1 a 1, no tempo normal, mas acabou superado pelos paraguaios nos pênaltis, por 4 a 3.
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