Explicar que as Argentinas a seguir COM Messi, pior do que não ganhar nada, transmitiam a sensação que de fato estavam fadadas a não ganhar, é tentar convencer alguém da faixa de 20 anos de que sim, havia vida antes da internet. É difícil crer. Porém, os elencos indicam, a meu ver, que a atual Scaloneta é inferior à campeã de 2022 ainda com Di Maria (o craque da final com a França) e inferior também às anteriores:
2006: Abbondanzieri; Ayala, Coloccini, Heinze e Sorín, Mascherano, Lucho, Maxi e Riquelme; Saviola e Crespo. (Messi no banco)
2010: Romero, Otamendi, Demicheli, Burdisso e Heinze; Maxi, Mascherano e Di María; Messi, Higuaín e Tevez. (Verón e Milito no banco)
2014: Romero; Zabaleta, Demichelis, Garay e Rojo; Mascherano, Biglia, Pérez e Messi; Lavezzi e Higuaín. (Palacio e Agúero no banco)
2018: Armani; Mercado, Otamendi, Rojo e Tagliafico; Pérez, Mascherano e Banega; Pavón Messi e Di María. (Dybala e Agúero no banco)
2022: Martínez; Molina , Romero, Otamendi, Tagliafico; De Paul , Fernández, Mac Allister (Pezzella); Messi, Álvarez e Di María. (Lautaro e Almada no banco)
2026: São duas mudanças apenas: Otamendi por Martínez e Di María por Paredes.
Secadores ou alentadores da Albiceleste, antes de qualquer coisa, desfrutemos! Esse traiçoeiro Argentina x Suíça pode ser o último jogo de Messi em Copas. Ele fez parte da transformação de comportamento de uma geração e do pensamento de 40 milhões de argentinos a seu respeito. Um gênio da e de raça!
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