O tracadilho infame tem uma explicação. No filme "A Guerra do Amanhã", de 2021, uma partida do Brasil contra um adversário de azul, na Copa do Catar um ano depois, é interrompida por uma invasão. Viajantes no tempo buscam ajuda numa guerra contra alienígenas, em 2051. Nesta quarta-feira, horas depois do aeroporto de Miami ser fechado por 'atividade incomum no espaço aéreo', quem por ventura esperava ver um OVNI, viu Vini e não um Objeto Voador Não Identificado.
Aproveitando-se dos zagueiros parecer estarem vestindo um kilt, a saia tradicional do país do wisky, produzida com lã pesada em xadrez, o atacante pintou e bordou. Marcou três gols, dois validados, um anulado e poderia ter feito outros na goleada de 3 a 0. Com quatro, divide a liderança da artilharia da competição com Haaland e Mbappé. Nesse caso não são os gols que importam e sim o nome das parcerias.
No momento em que o mundo do futebol aguarda para ver brilhar as grandes estrelas, o brasileiro dá mostra de fazer parte desta turma pela bola que joga e pelo protagonismo que sugere estar assumindo na Seleção Brasileira. Ganhar ou não a Copa é uma conversa para depois, até porque um dos maiores concorrentes, um tal de Messi, periga esse sim ser um extraterrestre.
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