A imagem mais horrível foi a canela pendurada do canadense Koné e a mais bonita o beijo do técnico norueguês na esposa. Apareceu a mãe do Vozinha, só que uma mãezinha foi o Musleira. Goleiro é o Beiranvand, do Irã, autor da maior defesa até aqui. Gols? Bonito, o do Mbappé, feio o do Matheus Cunha e o feito, o do Valencia. Que adianta um bombardeio turco se a mira é equatoriana?
Paciência tem outra torcida em particular. Não importa a geração, a Bélgica é o terror de um bolão. O sorriso é do Yamal e a tristeza é que até a lesão o Rafinha ia bem. Bah, injustiça foi a virada alemã na Costa do Marfim. Na próxima Copa o cara chuta ao invés de dominar.
A pausa da hidratação é um porre, a felicidade é cabo-verdiana e a alegria é sempre africana. A festa é colombiana, o desespero é uruguaio e o cavalo paraguaio largou depois, O Zico está no Egito, o ídolo japonês, no Brasil e o Salah, ídolo egípcio, está de volta.
Até ontem, sozinho com quatro, o Haaland tinha mais gols do que 34 seleções. Eles que remem ou batam tambor. Se o Messi e o Mbappé deixarem os outros amiguinhos brincarem, a Copa segue. Ah, o Cristiano Ronaldo chegou na festa. A gritaria é na Cazé, mas o futuro será que é?