Com uma virada impressionante sobre a Inglaterra nos minutos finais, a Argentina está na final da Copa do Mundo. Liderada por uma performance mais do que espetacular de Lionel Messi, a Albiceleste tem a chance de realizar um feito conquistado apenas pelo Brasil e pela Itália: vencer dois Mundiais consecutivos.
Na fase de grupos, a seleção comandada por Lionel Scaloni não deu chances aos adversários. Somou vitórias com ampla margem, derrotando a Argélia por 3 a 0, a Áustria por 2 a 0 e a Jordânia (já com time misto de reservas) por 3 a 1.
No centro de tudo, ele: Lionel Messi. O camisa 10 e capitão da Argentina faz sua melhor campanha no torneio, com oito gols e quatro assistências em sete jogos até o momento. O jogador que, depois de 2022, acreditava que não voltaria aos gramados do Mundial, é a estrela de mais uma Copa.
O caminho até a final pareceu ser desenhado para a Argentina, marcado por nações de menos tradição. O que se viu em campo, porém, foi outra coisa. Cabo-Verde, Egito e Suíça deram mais trabalho que o esperado, deixando o jogo aberto até os últimos minutos ou levando à prorrogação, no caso dos suíços. O resultado para todos foi o mesmo, quando a torcida começava a desacreditar (e os secadores a comemorar), a Argentina encontrou soluções para garantir a vitória.
A semifinal contra a Inglaterra não foi diferente. Depois de um primeiro tempo de poucas oportunidades, Anthony Gordon abriu o placar na segunda etapa. Os europeus sustentaram a vantagem até os 40 minutos do segundo tempo, quando Enzo Fernández conseguiu o empate. Nos acréscimos, Lautaro Martínez marcou o gol que colocou os argentinos na final. Nos dois gols, um elo em comum: ambos assistências de Messi.