Se você lembrar de outros craques ou personagens que poderiam estar na lista, deixe sua contribuição nos comentários.
5º Lugar
Brasil 2 x 1 União Soviética, 14/06/1982
Inauguramos o Top 5 de hoje com aquele velho chavão: de virada é mais gostoso. De quebra, ainda é de uma das melhores seleções que o Brasil já teve, o mítico time de 1982. Na Espanha, a estreia foi contra a União Soviética. Nem precisava, mas só para lembrar: Falcão, Zico e Sócrates jogavam no nosso lado. Porém, Waldir Peres também... O goleiro levou um frango aos 33 do primeiro tempo. Menos mal que tínhamos craques. Foram eles que fizeram a diferença. Sócrates e Éder mudaram a história do jogo. Nesse confronto, o talento ganhou. De virada.
4º Lugar
Brasil 4 x 0 México, 24/06/1950
Foi um jogo histórico. Abertura da Copa do Mundo de 1950. Depois de 12 anos sem Mundiais, devido à segunda Guerra Mundial, finalmente a disputa voltou a ser saudável, sem armas nem canhões. Depois de um hiato tão grande, nada melhor que uma goleada para sentir de novo o gosto de uma Copa do Mundo. A Seleção assim o fez. No recém-inaugurado Maracanã, 4 a 0 no México. Dido, Baltazar e Ademir, duas vezes, foram os autores dos gols. Ademir ainda tornou-se artilheiro do Mundial, com nove bolas na rede.
3º Lugar
Brasil 3 x 0 Áustria, 08/06/1958
Com goleada é que começou a trajetória do primeiro título do Brasil. Ainda que meio desacreditada por fracassos em Copas anteriores e um tanto desgastada pela longa de viagem de navio até a Suécia, a Seleção, que já vestia amarelo desde o Mundial de 1954, aplicou 3 a 0 na Áustria, gols da enciclopédia Nilton Santos e de Mazzola, duas vezes. Exatas três semanas após o triunfo, o Brasil levantou pela primeira vez a Taça Julles Rimmet.
2º Lugar
Brasil 4 x 1 Tchecoslováquia, 03/06/1970
Sim, acreditem, o Brasil chegou ao México sob certa desconfiança em 1970. Pouco antes de chegar ao país do Mundial, o técnico João Saldanha havia saído do comando porque o presidente Médici queria Dadá no time e armou uma confusão. Além disso, diziam que Pelé – justo ele –, então com 30 anos, estava decadente. No futebol, um bom time sabe o jeito certo de responder: gols. Pobre da Tchecoslováquia. No imponente estádio Jalisco, os europeus levaram 4 a 1, com gols de Rivelino, Jairzinho, duas vezes, e – adivinhem – Pelé. O tri foi logo depois...
1º Lugar
Brasil 6 x 5 Polônia, 05/06/1938
O ano era 1938 e o Brasil – até hoje a única seleção a participar de todas as Copas do Mundo – ainda não tinha estrado bem nos Mundiais. Pelo contrário, derrotas em 1930 e 1934. Mas havia chegado a hora de vencer. E em grande estilo, com muita disputa. Diante da Polônia, em gramados franceses, um jogo com 11 gols. Sim, 11. O Brasil ganhou por 6 a 5 numa das partidas mais emocionantes da história das Copas. O grande destaque do jogo foi Leônidas, que balançou a rede dos poloneses três vezes. Numa delas, no melhor estilo moleque: em meio à jogada, a chuteira do atacante caiu e ficou pelo caminho. Parar? Não! O Diamante Negro seguiu e marcou mais um nessa grande vitória.
Recordar é viver...
A série de hoje dá continuidade aos especiais sobre a Copa do Mundo. Clica e confere os que já passaram:
As melhores defesas;
Os pernas de pau;
Os frangos inesquecíveis;
As finais mais marcantes;
As maiores pancadarias;
As eliminações marcantes da Argentina;
Os campeões no papel;
Os craques esquecidos;
Os ciganos brasileiros que defenderam outras camisas;
Um safári pelas Copas.
Quer saber as estreias da Copa da África? Clica no infográfico abaixo: