Copa do Mundo

Pato Merlín, mascote não-oficial do México na Copa do Mundo, é recebido por Sheinbaum

Após ter sido nomeado "embaixador" da Fifa e ter aparecido nas redes sociais da seleção, pato participa de encontro com presidente mexicana

Pato se tornou mascote não oficial do Mundial após viralizar
Pato se tornou mascote não oficial do Mundial após viralizar Foto : ALFREDO ESTRELLA / AFP / CP

Vestido com a camisa verde da seleção mexicana e acompanhado de sua família humana, Merlín, o pato que se tornou mascote não oficial da Copa do Mundo de 2026, foi recebido nesta segunda-feira (22) pela presidente do México, Claudia Sheinbaum.

A coletiva de imprensa presidencial da manhã começou com Merlín, que viralizou em apenas duas semanas após ser filmado caminhando no meio a uma multidão de torcedores ao lado de sua tutora, a vendedora ambulante Karla Ivette Gómez.

Imagem e nome de Merlín serão patenteados como marca registrada | Foto: ALFREDO ESTRELLA / AFP / CP

Após ser nomeado "embaixador" da Fifa e aparecer em diversas publicações, inclusive nas redes sociais da seleção mexicana, a imagem e o nome de Merlín serão agora patenteados como marca registrada. "Estamos fazendo o registro, será feito hoje", disse Gómez após ser questionada sobre o trâmite junto ao instituto de propriedade intelectual.

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A presidente Sheinbaum explicou que decidiu convidar Merlín, Karla e seus filhos, Carlos e Cristian, por razões "humanistas" e ofereceu a eles apoio do governo. "Vamos ajudar a garantir que essa fama que eles adquiriram (...) sempre se traduza em uma melhoria na qualidade de vida deles", disse a presidente, que se aproximou timidamente de Merlín e tentou tocá-lo, mas pareceu se assustar com seu grasnido.

O pato permaneceu imóvel durante a apresentação, sentado em uma cadeira ao lado de Cristian, de 14 anos, que é quem mais cuida de suas necessidades. Merlín é o terceiro pato da família Gómez. Um cliente o deu a eles depois que o anterior morreu. Seu nome vem do lendário mago da mitologia arturiana.