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Final da Taça Piratini registra recorde de ocorrências no Juizado Especial

Maioria foi detida por posse de maconha para consumo próprio

Final da Taça Piratini registra recorde de ocorrências no Juizado Especial
Final da Taça Piratini registra recorde de ocorrências no Juizado Especial Foto : Mauro Schaefer
A final da Taça Piratini entre Grêmio e Caxias, disputada no Olímpico na noite dessa quarta-feira registrou recorde de audiências realizadas pelo Juizado Especial Criminal, que funciona em estádios da Capital durante partidas. Ao todo, foram oito ocorrências, sendo sete delas por posse de maconha para uso próprio. Um dos autores já responde processo por delito igual na Comarca de Portão.

Seis torcedores aceitaram as transações penais propostas pela Justiça - três deles pagarão multas nos valores entre R$ 70,00 e R$ 100,00 e outros três, de R$ 150,00.

Um dos casos foi arquivado por determinação do Ministério Público, que entendeu não existir elemento que caracterizasse a prática do delito em tese. Na ocorrência, policiais militares detiveram um torcedor do Grêmio que estava com uma pedra e parte de um cavalete de trânsito da EPTC. Segundo os PMs, seriam utilizados para atingir algum torcedor do Caxias.

Dinheiro das multas vai para instituições assistenciais

Os valores das multas de ocorrências no estádio Olípico serão destinados ao Lar Santo Antônio dos Excepcionais – nas partidas no Beira-Rio, para o Asilo Padre Cacique. Nos 11 jogos realizados nos estádios de Porto Alegre neste Gauchão foram arrecadados R$ 5.270,00.

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