A seleção feminina de ginástica artística ficou em quinto lugar na final por equipes do Mundial de 2026. Os resultados desta quarta-feira, em Roterdã, na Holanda, foram melhores que os da classificação, em que a equipe obteve a oitava colocação.
Apesar da melhora, o desempenho não foi o suficiente para subir ao pódio, nem para garantir uma das três vagas antecipadas aos Jogos Olímpicos de 2028. Tanto a equipe feminina quanto a masculina, que não se classificou para nenhuma final na Holanda, tentarão a classificação para LA-2028 no Mundial de 2027, em que nove vagas serão distribuídas.
O Brasil ainda terá representantes com chance de medalha nas finais individuais. Flávia Saraiva disputa a trave e o individual geral, Rebeca Andrade tenta o tricampeonato no salto e Lorrane Oliveira compete no individual geral.
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Desempenho do Brasil
Comparado à classificação, o Brasil teve algumas oscilações. No salto, Rebeca e Flávia fizeram a mesma pontuação, enquanto Sophia Weisberg fez uma aterrissagem melhor e ganhou mais de um ponto na execução. Nas barras assimétricas, Lorrane, Flávia e Sophia perderam cerca de 0.2 pontos, cada. Na trave, Flávia não conseguiu repetir a apresentação impecável da classificação e perdeu 0.400 pontos, mas foi compensada por Rebeca, que fez uma apresentação sem quedas, enquanto Thais Fidelis perdeu cerca de meio ponto. No solo, a equipe conseguiu manter uma pontuação semelhante à da classificação.
Fim da hegemonia dos EUA
Sem Simone Biles, os Estados Unidos não conquistaram o título pela primeira vez desde 2011, encerrando uma sequência de sete vitórias consecutivas. As estadunidenses ficaram na segunda colocação, atrás das chinesas, com o Japão completando o pódio. As três equipes estão garantidas nos Jogos Olímpicos.