“Acho que alcancei 60% da forma que eu gosto de jogar. Estou em crescimento, assim como o time do Grêmio, que está em formação”. A dificuldade de Zé Roberto é quanto à chegada ao setor ofensivo. “Os 40% que me faltam são mais a minha presença e chegada na área. Muitas vezes no jogo eu volto para acompanhar o lateral, que no Brasil apoia bastante, e assim perco a minha chegada na área. Vou adquirir isso no decorrer dos jogos e da competição”, acrescentou.
Em 2006, quando voltou ao País para defender o Santos, a readaptação foi mais rápida, ponderou o camisa 10 tricolor. “Naquela vez, fui me adaptar mesmo a partir de janeiro, quando iniciou o Campeonato Paulista. Foi uma adaptação mais rápida, mas acho que meu desempenho está bem positivo agora”.
As longas viagens no Campeonato Brasileiro foram reclamadas pelo meia gremista. Zé Roberto disse que não estava acostumado a voos de longa duração em Catar e na Alemanha. “Estou sentido bastante é as viagens. No mínimo, você faz uma hora e meia de voo. Se for para o Nordeste, tem que parar em São Paulo e leva bastante tempo”, observou. Se o Grêmio passar de fase na Copa Sul-Americana, as viagens vão aumentar: “A gente está focado nas duas competições. Se tiver viagem para a Venezuela, para o Equador, mesmo assim quero jogar”, finalizou.
