Contratado em fevereiro, com a incumbência de substituir Luis Suárez, Diego Costa teve um bom início, com gols importantes na conquista do Gauchão e na primeira fase da Libertadores. Porém, as lesões vieram e passaram a atrapalhar o centroavante na temporada.
Em sete meses no Grêmio, o jogador sofreu com duas lesões musculares e um desconforto no púbis. Por conta desses problemas, o camisa 19 disputou apenas 15 partidas, com sete gols marcados e três assistências distribuídas. Durante esse período, o Tricolor entrou em campo 46 vezes. Isso quer dizer que ele participou de 32,6% dos jogos. Ou seja, menos de um terço.
Os números de Diego Costa no Campeonato Brasileiro são ainda piores. O atacante soma apenas três partidas e não marcou nenhum gol. Ele foi titular na estreia contra o Vasco, na derrota por 2 a 1, em São Januário. Nesse confronto, aliás, o camisa 19 sentiu sua primeira lesão muscular no ano. Foram 12 dias afastado dos gramados.
Depois, voltou a atuar nas rodadas 4 e 23 − essa, a última vez que entrou em campo, no dia 17 de agosto. Curiosamente, nos dois duelos contra o Bahia. No primeiro turno, na derrota por 1 a 0, na Arena Fonte Nova, Diego Costa foi expulso no banco de reservas. Por causa disso, ele foi julgado e punido pelo STJD com duas partidas de suspensão − já cumpriu uma. O departamento jurídico gremista entrou com um pedido de efeito suspensivo e aguarda a decisão para poder contar com o atacante, recuperado de dores no púbis, diante do Bragantino, no domingo, no Nabi Abi Chedid.
Diego Costa sofreu a lesão mais grave no dia 8 de junho, no empate com o Estudiantes por 1 a 1, no Couto Pereira, pela primeira fase da Libertadores. Foram 59 dias de afastamento por conta de um problema muscular grau 3 na coxa esquerda. Para pegar ritmo de jogo, ele será utilizado na Copa FGF contra o Juventude, nesta quarta-feira, às 15h, no CT Presidente Hélio Dourado.
Com contrato até o final do ano, o centroavante tem o futuro indefinido para 2025. Um dos empresários de Diego Costa deve chegar ao Brasil na próxima semana para entender o desejo da direção tricolor. Um retorno ao futebol europeu não é descartado pelas pessoas que trabalham com o atleta, que tem residência em Madrid, na Espanha.