Grêmio

Diego Costa disputa menos de um terço das partidas do Grêmio em 2024

Centroavante sofreu com lesões musculares e dores no púbis ao longo desses sete meses na Arena

Diego Costa em treino do Grêmio, no CT Presidente Luiz Carvalho
Diego Costa em treino do Grêmio, no CT Presidente Luiz Carvalho Foto : Lucas Uebel / Grêmio FBPA / CP

Contratado em fevereiro, com a incumbência de substituir Luis Suárez, Diego Costa teve um bom início, com gols importantes na conquista do Gauchão e na primeira fase da Libertadores. Porém, as lesões vieram e passaram a atrapalhar o centroavante na temporada.

Em sete meses no Grêmio, o jogador sofreu com duas lesões musculares e um desconforto no púbis. Por conta desses problemas, o camisa 19 disputou apenas 15 partidas, com sete gols marcados e três assistências distribuídas. Durante esse período, o Tricolor entrou em campo 46 vezes. Isso quer dizer que ele participou de 32,6% dos jogos. Ou seja, menos de um terço.

Os números de Diego Costa no Campeonato Brasileiro são ainda piores. O atacante soma apenas três partidas e não marcou nenhum gol. Ele foi titular na estreia contra o Vasco, na derrota por 2 a 1, em São Januário. Nesse confronto, aliás, o camisa 19 sentiu sua primeira lesão muscular no ano. Foram 12 dias afastado dos gramados.

Depois, voltou a atuar nas rodadas 4 e 23 − essa, a última vez que entrou em campo, no dia 17 de agosto. Curiosamente, nos dois duelos contra o Bahia. No primeiro turno, na derrota por 1 a 0, na Arena Fonte Nova, Diego Costa foi expulso no banco de reservas. Por causa disso, ele foi julgado e punido pelo STJD com duas partidas de suspensão − já cumpriu uma. O departamento jurídico gremista entrou com um pedido de efeito suspensivo e aguarda a decisão para poder contar com o atacante, recuperado de dores no púbis, diante do Bragantino, no domingo, no Nabi Abi Chedid.

Diego Costa sofreu a lesão mais grave no dia 8 de junho, no empate com o Estudiantes por 1 a 1, no Couto Pereira, pela primeira fase da Libertadores. Foram 59 dias de afastamento por conta de um problema muscular grau 3 na coxa esquerda. Para pegar ritmo de jogo, ele será utilizado na Copa FGF contra o Juventude, nesta quarta-feira, às 15h, no CT Presidente Hélio Dourado.

Com contrato até o final do ano, o centroavante tem o futuro indefinido para 2025. Um dos empresários de Diego Costa deve chegar ao Brasil na próxima semana para entender o desejo da direção tricolor. Um retorno ao futebol europeu não é descartado pelas pessoas que trabalham com o atleta, que tem residência em Madrid, na Espanha.

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